terça-feira, 30 de abril de 2019

Nike Air Jordan: os melhores tênis masculinos da linha para você comprar!

Nike Air Jordan: os melhores tênis masculinos da linha para você comprar!Nike Air Jordan é uma das linhas mais clássicas e famosas da empresa! Se liga nos principais modelos de tênis masculinos que você precisa ter.

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Agora você pode usar um tipo de “Tinder” para conquistar um emprego!

Agora você pode usar um tipo de "Tinder" para conquistar um emprego!Você já ouviu falar no “Tinder” de empregos? Pois é. O novo aplicativo promete te conectar com as melhores vagas. Descubra como ele funciona!

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Sistema Cardiovascular

A função de circulação do nosso corpo é realizada pelo sistema cardiovascular, que é dividido em dois distritos: o sanguíneo e o linfático. Sendo assim, o sistema cardiovascular engloba tanto o sistema circulatório sanguíneo quanto o linfático.

Os principais componentes são: o coração, os vasos sanguíneos e o sangue. O sistema cardiovascular é de grande importância, pois enquanto o sangue circula pelo corpo, ele transporta nutrientes e oxigênio para o organismo.

Sistema vascular linfático

Também conhecido como distrito linfático, é formado por vasos muito finos, chamados de capilares linfáticos, que se localizam entre as células dos tecidos. Esse sistema tem a função de drenar o excesso de líquido intercelular.

Modelo do sistema cardiovascular

Esse sistema é formado por dois distritos: o sanguíneo e o linfático (Foto: depositphotos)

Sistema vascular sanguíneo

No distrito sanguíneo (ou sistema vascular sanguíneo) encontra-se o coração, que é o órgão central da circulação. O coração é um órgão muscular que impulsiona o sangue para vasos denominados artérias.

Estas se ramificam em vasos cada vez mais finos, as arteríolas, e depois em capilares, os quais conduzem o sangue entre as células dos tecidos. Os capilares reúnem-se em vênulas, que se reúnem em vasos cada vez mais calibrosos, as veias, as quais chegam ao coração.

As artérias apresentam musculatura não estriada muito desenvolvida, capaz de suportar a pressão exercida pelo sangue que sai do coração. Já nas veias, a musculatura não estriada é menos desenvolvida, sendo fundamental a participação da musculatura esquelética na condução do sangue. Nas veias há válvulas que impedem o refluxo do sangue.

O coração

Assim como nos demais mamíferos, o coração humano tem quatro câmaras distintas, dois átrios e dois ventrículos, e nele não há mistura de sangue arterial com o venoso.

Entre o átrio direito e o ventrículo direito encontra-se a valva atrioventricular direita (ou válvula tricúspide). E entre o átrio esquerdo e o ventrículo esquerdo há a valva atrioventricular esquerda (ou válvula mitral).

Essas valvas impedem que o sangue impulsionado com força e pressão pelos ventrículos para as artérias retorne para os átrios. Na abertura da artéria pulmonar no ventrículo direito há a valva pulmonar, e na abertura da aorta no ventrículo esquerdo encontra-se a valva aórtica. Elas impedem o retorno do sangue aos ventrículos.

O sangue chega venoso ao átrio direito do coração pelas veias cavas, passa para o ventrículo direito e é conduzido para a artéria pulmonar. Esta conduz o sangue venoso para os pulmões, onde será oxigenado.

O sangue, agora arterial, retorna para o átrio esquerdo pelas veias pulmonares. Do átrio esquerdo passa para o ventrículo esquerdo e deste para a artéria aorta, que leva sangue arterial para ser distribuído por todo corpo.

O coração de uma pessoa adulta tem 300 gramas em média e o volume aproximado da mão fechada do indivíduo. Esse órgão é capaz de impulsionar para o corpo cerca de 70 ml de sangue a cada contração. Os movimentos de contração do músculo do coração são denominados sístole e os movimentos de relaxamento, diástoles.

Sístole e diástole

Quando os átrios estão em sístole, bombeiam sangue para os ventrículos, que estão em diástole. Quando os ventrículos entram em sístole, os átrios entram em diástole, recebendo sangue venoso proveniente do corpo (átrio direito) e sangue arterial proveniente dos pulmões (átrio esquerdo).

Os batimentos cardíacos na espécie humana são originados por fenômenos miogênicos, que são provenientes do próprio músculo cardíaco. Neste, há dois nós especiais: o sinoatrial e o atrioventricular.

Inicialmente, o nó sinoatrial atua como um marca-passo e determina a contração dos átrios. Desse nó partem impulsos em direção ao nó atrioventricular, que transmite esses impulsos a fibras condutoras especiais que determinam a sístole do ventrículo.

O coração continua batendo por algum tempo mesmo quando suas inervações são cortadas, provando que o estímulo da contração é de origem miogênica. Apesar desse automatismo da contração, os batimentos cardíacos têm mecanismos reguladores relacionados com o sistema nervoso autônomo.

Os nervos que atuam sobre o coração permitem ajustes nas frequências cardíacas de acordo com as necessidades do organismo. Existem os que provocam aumento da frequência cardíaca e os que provocam diminuição dessa frequência.

No momento em que a musculatura do ventrículo se contrai (sístole ventricular), a pressão exercida no sistema de vasos arteriais é chamada pressão sistólica arterial. Em uma pessoa saudável e jovem, ela é da ordem de 120 mmHg (milímetros de mercúrio), aproximadamente.

Quando a musculatura do ventrículo sofre relaxamento, a pressão diminui, falando-se em pressão diastólica arterial. Em uma pessoa saudável e jovem, ela é da ordem de 80 mmHg, aproximadamente. Esses valores podem sofrer variações, ainda dentro de padrões considerados normais, em função de fatores como idade e sexo.

O número de contrações realizadas pelo coração por minuto corresponde à frequência cardíaca, que em uma pessoa normal, em repouso, é da ordem de 70 contrações por minuto, aproximadamente. Essa frequência oscila, dentro de valores considerados normais, em função de variáveis como sexo e idade.

Doenças cardiovasculares

Indivíduos com pressão arterial constantemente alta são considerados hipertensos; os que possuem constantemente baixa são hipotensos. Alguns fatores podem aumentar pressão arterial, como a obstrução das artérias pelo colesterol.

A hipertensão é responsável por 13% das mortes por doenças cardiovasculares. Outras doenças muito frequentes que envolvem o coração são: arritmia cardíaca, AVC, infarto, insuficiência cardíaca, parada cardíaca, entre outros.

Um marco na medicina

Os experimentos do médico inglês William Harvey (1578-1657) marcaram a medicina. Ele foi o primeiro a descrever corretamente e em detalhes o sistema circulatório. Em 1628 publicou seus dados que são considerados, até hoje, importante referência.

O sucesso de seu trabalho se deveu, em grande parte, à experimentação com diferentes espécies animais. Harvey os dissecava quando ainda estavam vivos, processo chamado vivissecção, atualmente restrito a situações muito particulares em pesquisas.

Com isso, comprovou sua hipótese de que o sangue circula no corpo como um circuito e de que o coração é o órgão responsável por bombeá-lo. Ele também notou que as veias levam sangue do corpo para o coração e que as artérias levam o sangue do coração para o corpo.

Com seus experimentos, refutou o conhecimento da época, que dizia que o fígado seria o órgão central do sistema circulatório. Mais tarde, esse mecanismo foi testado em um clássico experimento com humanos.

Referências

APPLEGATE, Edith. Anatomia e fisiologia. Elsevier Brasil, 2012.

LOURES, Débora Lopes et al. Estresse mental e sistema cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 78, n. 5, p. 525-530, 2002.

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segunda-feira, 29 de abril de 2019

Biotecnologia

Entre as muitas aplicações da tecnologia, existem aquelas que foram desenvolvidas com base em conhecimentos…

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Abandono paterno é uma epidemia silenciosa e nós precisamos urgentemente falar sobre isso!

Abandono paterno é uma epidemia silenciosa e nós precisamos urgentemente falar sobre isso!Segundo promotor, nós “vivemos uma epidemia social de abandono paterno” – os números assustam, e já passou da hora de falarmos sobre isso!

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Filosofia acima de tudo. Literatura acima de todos: 25 livros fundamentais

Novo uniforme do Corinthians é uma homenagem a Ronaldo e seu legado!

Novo uniforme do Corinthians é uma homenagem a Ronaldo Fenômeno!A camisa principal traz nove listras em referência ao legado eterno de R9, e comemora os 10 anos da chegada do Ronaldo no Corinthians!

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Peaky Blinders terá jogo de realidade virtual, você precisa ver isto!

Peaky Blinders terá jogo de realidade virtual, você precisa ver isto!A série Peaky Blinders terá um jogo de realidade virtual! E o resultado pode ser bem mais legal do que você imagina, se liga.

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Manual do beijo perfeito: dicas definitivas para beijar bem!

Manual do beijo perfeito: dicas definitivas para beijar bem!Você se acha o mestre no beijo perfeito? Bom, você pode estar errado – veja nosso guia de como dar um beijo inesquecível.

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domingo, 28 de abril de 2019

O abdome está definido, mas, a cabeça está cheia de dúvidas

O abdome está definido, mas, a cabeça está cheia de dúvidas

Em
53 anos, o meu abdome nunca esteve tão definido. Para a minha total
contrariedade, decidiu-se pela robustez. É como se eu tivesse engolido uma bola
de basquete, se é que me entendem. Aqui na região onde eu moro, diz-se que estrupícios
assim possuem “barriguinha de lobó”. Lembram-se da jiboia que engoliu o
elefante em “O Pequeno Príncipe”, de Saint-Exupéry? É mais ou menos assim: um
chapéu que caminha sobre duas pernas. Eis a minha risível silhueta.

Já faz tempo que odeio
espelhos. Também não gosto de frequentar academias, sejam elas de ginástica, de
polícia ou de letras. Afetam-me sobremaneira os cheiros de éter, de pólvora e
de colônia, não necessariamente nesta ordem. E a ojeriza só cresce com a idade.
Puxar ferros vestido com uma camiseta regata, postado de frente um espelho, nessa
altura da vida, desafia os meus pecados capitais. Desprovido da devida vaidade,
exercito-me numa academia de musculação por ordem e chantagem médicas. “Sem
dor, sem ganho”, ele diz, chupando um dropes hipercalórico, como se já não
fosse o bastante eu padecer das esferas mentais. Duvido que ele, meu
cardiologista balofo, suporte realizar agachamentos sustentando 50 quilos nas
costas. Ainda se fosse uma bela mocinha, dava-se um jeito; eu virava titã e não
envergava nem que ela tagarelasse nua de tamancos sobre os meus ombros.

Para mim, a pior parte da malhação é a língua. Tem sempre um enxerido que se aproxima e puxa um assunto, geralmente, um tema intolerável demais quando se está bufando, prestes a romper as veias do pescoço e a parir os testículos de tanto fazer força num estúpido exercício de repetições dentro de um aparelho ferruginoso. Não seria de todo ruim se eu me cortasse nele e morresse de tétano. De desencanto, já padeci faz tempo. “Você viu só o que disse o filho do presidente?”. Eu digo que não, que não vi, nem ouvi, o que disse o dito-cujo. Sinto uma raiva primitiva quando sou inconvenientemente forçado a dialogar sob um estado letárgico de asfixia. Tem gente que não se toca. Eu devia botá-los pra correr ou simular um colapso ao som do Calypso que ribomba infernalmente no ambiente. Assim, quem sabe, colocava um ponto final no assunto.

“Virou defunto. Fulano-de-tal
morreu enquanto fazia um supino”, alguém conta, com a empolgação de quem falta
um pino e comemora um gol. Eu sempre quis entrar com bola-e-tudo na zaga-bem-postada
daquela balzaquiana com collant-de-oncinha. Sinto uma saudade miserável dos
meus 17. Naquela idade, tinha uma enorme vitalidade para cometer erros, meter
os pés pelas mãos e fazer sexo em pé sem chorar de câimbras. Há um excesso de
perfume gardênia empestando o ar. Passa uma mulher extravagante com tetas
escandalosas prestes a explodir. Todo sacrifício em nome de Alá. Eu sofro de chistes
agnósticos. Focados em impressionar a beldade, quase todos os homens presentes
no local apressam-se em aumentar um pico na já extravagante carga de halteres. Quisera
estar em Alter do Chão. Se tivesse escolha, eu queria mesmo era ser uma árvore.
Ouvi isso da boca de ninguém menos do que o cantor Djavan.

Fico pensando qual a
chance de ouvir “Riders on the storm” naquele antro fitness. Um sujeito
impávido, de sobrancelhas feitas, sábio como um armário, faz bicotinha e se fotografa
usando o próprio smartphone. Uma dona que parece recatada e do lar presencia a
cena bisonha, suspira fundo e comenta ai-que-bom-seria-se-eu-fosse-solteira,
sem depreender que, da fruta que ela gosta, o rapaz come até o caroço.

Não gosto desse troço. De
frequentar academias. Nem atléticas. Nem policiais. Nem literárias. Minha cabeça
anda cansada como um velho pangaré. Queria tanto um bife a cavalo com três canecos
de chope. Sou 70% água e 30% descrença. Por onde passo a fazer o meu circuito,
molho os assentos com um suor cínico. Uma mocinha que tem idade para ser minha
filha ou minha amante faz a assepsia do aparelho com solução de álcool 70.
Sinto-me sujo como um poema do Bukowski.

Já se passaram 20 minutos
e me considero desacorçoado o suficiente para dar o fora e escrever uma crônica
pedante. Pergunto ao instrutor sarado que veste uma camiseta de Mojo Filter fazendo
arminhas com os dedos indicadores onde consigo tomar um cafezinho naquela joça,
mas, ele diz que café é frescura e que ele só toma anabolizantes. Já chega de
tanto exercício físico. Tiro de campo o meu corpinho de poeta tísico. Nada mal
para quem deseja ser uma árvore. Com a vantagem adicional de que árvores não
conversam com pessoas, por mais que alguns insistam.

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sábado, 27 de abril de 2019

Toda a obra de Shakespeare para download gratuito

Toda a obra de Shakespeare para download gratuito

Famoso por obras como “Hamlet”, “Macbeth” e “Romeu e
Julieta”, o escritor inglês William Shakespeare é considerado o maior
dramaturgo de todos os tempos. Embora não seja difícil encontrar seus textos na
internet, a maioria deles não passou por um processo meticuloso de edição e
digitalização. A melhor coleção é a da Folger Shakespeare Library, que lançou
online, em alta qualidade, todas as obras do autor para acesso e download em
PDF gratuitos. Ao todo, estão disponíveis 38 peças e quatro coleções de poemas
e sonetos.

A Folger Shakespeare Library é uma biblioteca norte-americana
de pesquisa independente que possui a maior
coleção de trabalhos impressos de William Shakespeare do mundo, e é o
principal repositório de materiais raros do período entre os séculos 16 e 18. O
arquivo disponibilizado online pela instituição é considerado de valor
inestimável por pesquisadores e acadêmicos interessados na obra do autor.

Outras instituições já
disponibilizaram obras de Shakespeare online, mas essa coleção é a de maior
qualidade e abrangência. Para acessar os livros, basta clicar em “Read” e
escolher uma das obras. É possível navegar pelas obras pesquisando
palavras-chaves, ações, linhas e números das páginas. E, para baixar as peças e
poemas, clique em “Download”. Existem sete opções de formatos para a
transferência, incluindo PDF, HTML e DOC.

Shakespeare nasceu em 1564, em Stratford-upon-Avon, na Inglaterra. E faleceu na sua cidade natal, em 1616, aos 52 anos. Chamado frequentemente de poeta nacional da Inglaterra, ele foi um artista respeitado em sua própria época, mas sua reputação só atingiu o auge no século 19.  Suas peças permanecem populares hoje em dia e são estudadas, encenadas e reinterpretadas em todo o mundo. 

Clique no link para acessar: Toda a obra de Shakespeare para download gratuito

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sexta-feira, 26 de abril de 2019

Curso de Violão Online: As Melhores Aulas de Violão FingerStyle

Cansado de tentar aprender a tocar violão por conta própria e sentir não está progredindo no seu instrumento? Já ouviu falar em Curso de Violão Online e até mesmo em Aulas de Violão FingerStyle e ficou interessado em fazer? Depois de uma pesquisa aprofundada e de ouvir relatos de alunos, vamos falar sobre o melhor Curso de Violão Online para aprender a tocar a distância.

Tenho certeza que você já encontrou muito material gratuito para aprender a tocar violão na internet, sinto em dizer que nunca encontrará aulas de violão na ordem correta.

Se você está começando agora, poderá se perder facilmente em aulas de violão espalhadas na internet e não saber o método correto para tocar violão bem.

Um curso de violão online tem a estrutura correta para fazer você disparar no aprendizado do seu instrumento.

Isso acontece porque numa estrutura organizada das aulas de violão online você saberá o começo o meio e a continuação de um método que realmente funciona.

Você saberá o que está fazendo e para qual caminho você seguirá.

Um curso de violão serve com uma bússola que mostra o melhor caminho para o aluno que deseja aprender a tocar violão e faz você aprender com mais qualidade em menos tempo.

O Curso de Violão Online do Rafael Alves: Aulas de Violão em Casa foi o melhor avaliado.

Vamos entender por que?

Qual o melhor Curso de Violão Online atualmente?

O melhor curso 2 em 1 de violão da internet

O melhor curso de violão online atualmente, foi escolhido pois integra duas áreas no aprendizado deste instrumento num único curso.

Este curso de violão serve tanto para iniciantes quanto para quem já tem algum conhecimento e deseja se aprofundar aumentado seu leque de ferramentas no manuseio de um violão.

Estamos falando do Curso de Violão do Rafael Alves porque ele possui uma característica voltada para o Violão FingerStyle.

A integração destes conteúdos atendem a alunos de qualquer nível de aprendizado.

Se você é iniciante vai encontrar o que precisa com o Rafael Alves, porque seu curso é um verdadeiro 2 em 1.

Curso de violão voltado para o FingerStyle

O FingerStyle basicamente é a forma de tocar uma música sem o auxílio de palheta, mas não se engane, a qualidade do som reproduzido com os dedilhados específicos para esta técnica são impressionantes.

É como se o seu violão tivesse a capacidade de cantar a música enquanto você faz uma base.

Só que na verdade é você mesmo que está fazendo as duas coisas ao mesmo tempo.

Imagine fazer um curso de violão online somado a um curso de violão fingerstyle pagando o preço de um curso apenas.

Este foi o principal motivo para escolher o Curso do Rafael Alves como o melhor treinamento de violão da internet.

Esse curso fará você se destacar de todos os outros.

Como já escrevemos sobre esse curso aqui no site vou deixar o review completo para você ver clicando no link ao lado: Aulas de Violão em Casa – Curso de Violão FingerStyle do Rafael Alves.

Os outros motivos que levaram o esse curso de violão ao topo foram:

  • Estrutura em 15 módulos;
  • 3 incríveis bônus;
  • Suporte direto por grupo de whatsapp;
  • Acesso vitalício;
  • Pagamento único;
  • Sem taxas ou mensalidades;
  • Você faz no seu tempo;
  • Estuda no celular, tablet ou computador.

Conclusão

Se você deseja se destacar dos demais precisa começar a aprender a tocar violão fingerstyle hoje. O Curso de Violão Online do Rafael Alves uni as técnicas e aprendizado corretos para qualquer nível de aluno, do iniciante ao avançado.

Te convido a ouvir de alunos do curso e do próprio Rafael mais informações sobre o curso.

Para acessar o treinamento de violão fingerstyle clique no link abaixo:

CURSO DE VIOLÃO FINGERSTYLE DO ZERO AO AVANÇADO

Aproveite hoje para aprender a tocar infinitamente melhor que todo mundo com o Curso de Violão Online + Curso de Violão FingerStyle pelo preço de um.

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10 Tênis da Nike que serão lançados nos próximos dias

AIR MAX SUSAN 2Confira uma seleção de novidades que chegarão nas prateleiras do Brasil

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Os 15 principais spoilers de “Vingadores: Ultimato”, para você não precisar ir ao cinema

Os 15 principais spoilers de “Vingadores: Ultimato”, para você não precisar ir ao cinema

A Marvel acaba de lançar
nos cinemas o filme “Vingadores: Ultimato”, o desfecho da saga dirigida pelos
irmãos Joe e Anthony Russo. Os fãs aguardaram ansiosamente pelo filme, já que o
final da última sequência, “Vingadores: Guerra Infinita”, não foi satisfatório.
O vilão Thanos finalmente conseguiu as seis Joias do Universo, dizimando metade
da população mundial, inclusive alguns super-heróis. O novo filme, então,
apresenta uma reviravolta na história e une novamente os Vingadores
sobreviventes. Para ajudar aqueles que não querem passar mais de três horas no cinema
para descobrir como termina a saga dos Vingadores, a Revista Bula reuniu os 15 acontecimentos
mais importantes do filme em uma lista.

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7 Melhores BCAA para potencializar o seu treino

7 Melhores BCAA para potencializar o seu treinoConfira uma lista com os mais eficientes BCAA para incorporar nas suas atividades físicas

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7 Melhores BCAA para potencializar o seu treino publicado primeiro em https://manualdohomemmoderno.com.br



10 mentiras sobre fazer exercício que você AINDA acredita

10 mentiras sobre fazer exercício que você AINDA acreditaVocê provavelmente ainda acredita nessas mentiras sobre fazer exercício – veja quais são elas e como mudar seus hábitos.

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Fazer esta pequena coisa deixa o sexo MUITO melhor!

Fazer esta pequena coisa deixa o sexo MUITO melhor!Segundo pesquisadores, esta pequena atitude na cama pode deixar o sexo muito melhor. Veja o que é e como colocar em prática!

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Fazer esta pequena coisa deixa o sexo MUITO melhor! publicado primeiro em https://manualdohomemmoderno.com.br



A impressionante história da morte de Euclides da Cunha

A impressionante história da morte de Euclides da Cunha

Euclides da Cunha fora deixado entrar na casa de Dilermando de Assis pelo aspirante da Marinha Dinorah de Assis, irmão mais moço do amante de Saninha. Inteiramente dominado por desvario — “Vim para matar ou morrer” —, revólver em punho, Euclides está defronte a Dilermando, no quarto deste. “O que é isto, doutor?”, o cadete pergunta assustadíssimo. “Corja de bandidos!” — é a resposta-exclamação do escritor. E atira contra Dilermando, “quase à queima roupa”. Ferido e despossuidor de arma naquele momento, o cadete tenta tomar a arma do agressor, avançando com a mão esquerda. Euclides recua e o agredido só consegue agarrar a manga do seu casaco. Recebe um seguro tiro e cai, atingido no peito e a sofrer dores horríveis, estonteado completamente. Dinorah, vendo o irmão ferido e caído, procura agarrar-se a Euclides e desarmá-lo. O escritor atira também contra ele. Dinorah, sem arma alguma, corre em direção ao seu quarto. Euclides acerta-lhe um tiro na coluna vertebral. No momento, Dinorah não sente consequências desse tiro. Nem mesmo por algum tempo. Tanto que daí a uma semana ainda participa de uma partida de futebol pelo seu clube, o Botafogo de Futebol e Regatas, pelo qual ainda vem a se sagrar campeão daí a poucos meses. Mas algum tempo depois começa a sentir hemiplegia. A lesão o inutiliza. Angustia-se. Entra em depressão profunda, suicida-se aos 32 anos, saltando no mar. Sobre esse fato, Dilermando irá registrar em famosa entrevista ao escritor Francisco de Assis Barbosa, publicada pela revista “Diretrizes” em 1941: “Vendo-me em perigo, tenta desarmar Euclides, que dispara contra meu irmão. Desarmado, este corre pelo corredor e ao aproximar-se da porta do seu quarto, Euclides acerta-lhe um disparo na coluna vertebral, inutilizando meu desventurado irmão pelo resto da sua vida” (Este resto de vida foram 12 anos culminados com o suicídio).

Euclides da Cunha escuta os gritos de Saninha e dos meninos (Sólon e o pequenino Luiz, de 2 anos e alguns meses estão com ela escondidos na despensa). Dilermando, caído, vê Dinorah também prostrado, enxerga Euclides e escuta Saninha e as crianças. Apanha o seu revolver e dá um tiro na direção oposta à que estava Euclides, só para amedrontá-lo, mas dando prova de se achar em condições de reagir. Euclides volta pelo corredor no rumo da sala de visitas mas, para surpresa de Dilermando, retoma o ataque. Outra vez para amedrontar o atacante, o cadete atira novamente contra a parede. Como o escritor continua a disparar, Dilermando tenta desarmá-lo com um tiro no punho. Não acerta direito porque Euclides levantara a mão, para alvejar Dilermando. Erra o alvo mas, mesmo assim, o disparo fere Euclides no pulso, sem lhe derrubar a arma. No início do corredor, junto à sala de visitas, Euclides, encostado à parede, atira contra o desafeto (campeão de tiro do Exército) e este grita para ele:

— Fuja, Dr. Euclides, pois não lhe quero matar!

Euclides não dá ouvidos a Dilermando. Continua a atirar contra ele. Fere-o mais uma vez. Descarregara sua arma. Dilermando fora ferido na virilha, no pulmão, no pulso e numa costela. A necropsia veio a revelar em Euclides ferimentos no flanco direito, no úmero, no pulso e no pulmão, este a causa-mortis.

Dilermando caminha para a sala de visitas e vê Euclides caído, “junto à escada, acionando desesperadamente a tecla do gatilho e a pronunciar palavras confusas:

— Bandidos. Odeio… Honra…”

É indeclinável registrar que as circunstâncias envolventes da morte de Euclides da Cunha não tiveram os honestos registros que a verdade histórica impunha a seus biógrafos. Imposição não apenas para projeção dos fatos em toda a sua nudez e significado — encontram-se todos nos autos do processo penal — que em nada diminuem o valor da obra literária euclideana, nem a honestidade e o idealismo que o caracterizaram, mas também para o reconhecimento da dolorosa injustiça que foi a execração pública sofrida por Dilermando de Assis desde os seus 17 anos de idade até a sua morte ocorrida aos 62 anos. Que ele agiu em legítima defesa ao se defrontar com o dilema “matar ou morrer”, não padece de dúvida alguma, tanto ao se defrontar com Euclides da Cunha, como quando se viu baleado de surpresa pelo filho homônimo do grande escritor na segunda tragédia ocorrida sete anos depois.

Nem mesmo as absolvições de Dilermando de Assis serviram para o mínimo respeito a ele como inocente ou mesmo como ser humano. A imprensa da época foi indigna e desumana. Além das garrafais manchetes “Assassino”, “O monstruoso matador de Euclides da Cunha”, veja-se este tópico com que a “Folha do Dia” de 3 de maio de 1913, dia seguinte ao em que Dilermando comparecia ao segundo julgamento (já havia, portanto, sido absolvido no primeiro) manifestava-se impiedosa e injustamente:

“Mais uma vez, compareceu ontem, à barra do júri, Dilermando de Assis, o assassino de Euclides da Cunha. Mais uma vez ainda ficou adiado esse julgamento reclamado pela voz pública, para satisfação a uma sociedade de um delito monstruoso. A falta de alguns jurados deu motivo a esse adiamento. Lá esteve o réu entretanto — audacioso e cínico, a cuspir os seus olhares de escárnio sobre a multidão que o espreitava como um ser desprezível e asqueroso”.

Essa forma ignóbil, cheia de desumanidade, com que um moço de 21 anos, que fora para o Rio de Janeiro cursar a Escola Militar aos 17 e nessa idade de adolescente, menor púbere, inimputável, se vira arrastado a uma paixão arrebatadora por uma mulher de 30 anos ao conviver com ela, amiga de duas tias dele, na Pensão Monnat, foi deplorável comportamento geral da imprensa. E influiu tanto no voto de vários jurados que, do total de 12 componentes do Conselho de Sentença, apenas a metade deles (naquele tempo eram 12 os jurados e não 7, como o são hoje) votou pela absolvição. A sorte de Dilermando é que o empate, segundo a legislação da época, o beneficiava, era interpretado a favor do réu. Havendo, porém, apelado o Ministério Público, novo julgamento se realizou e, já agora o júri com sete integrantes, o acusado obteve cinco votos favoráveis contra dois. Consumou-se depois a absolvição com julgamento pelo Supremo Tribunal Federal, ao qual havia recorrido novamente a Promotoria de Justiça. Já com relação ao veredicto pelo homicídio em que foi vitimado o filho de Euclides, em 1916, houve Conselho de Guerra (sobre o qual, com esse título — “Conselho de Guerra” — Dilermando escreveu um livro em 1917, hoje vendido em sebo por R$ 5 mil (como visto na Estante Virtual, recentemente). A legítima defesa foi unanimemente reconhecida pela instância superior.

Sob o título “Uma Tragédia de Ésquilo”, Monteiro Lobato (cuja admiração por Euclides da Cunha escritor foi realçada na primeira parte deste ensaio), deixou estas páginas a respeito da morte de Euclides da Cunha:

“Tivemos aqui entre nós, em 1909, um perfeito ´caso de tragédia grega´, isto é, de tragédia caracterizada pela presença invisível da deusa Fatalidade. Os protagonistas — Dilermando, Euclides pai e filho e uma mulher — agiram todos como pedras de xadrez em movimento cego no tabuleiro. As pedras de xadrez movem-se — julgam mover-se, na realidade são movidas de acordo com os planos concebidos pelo jogador e que jamais serão penetrados.

Somos todos pedras de xadrez no tabuleiro da vida. Uns somos peões, outros bispos, outros, torres, outros, cavalos — e rainha e rei. Hitler foi um rei de xadrez. Jogaram com ele uma tremenda partida — e ele sempre a julgar que quem fazia o jogo era ele. E como não ser assim, se ele era “rei”?

Pobres reis humanos, tão impotentes quanto os reis de xadrez — tão instrumentos do Algo Superior que os maneja como reis de xadrez. Pobres peões humanos, tão manejáveis como os peões de xadrez! Alguém brinca no tabuleiro da vida com o teatrinho de títeres que somos. Édipo, Jocasta, Orestes, Dilermando, Euclides…

Euclides era rei, Dilermando, pequenino peão. No tumulto do drama tecido pela fatalidade, o rei enlouqueceu e forçou o peão a matá-lo. Um regicídio! A sociedade sofreu o mais profundo dos abalos porque Euclides não era apenas por direito de nascimento, coisa medíocre: era um grande rei por merecimento, coisa grande. E todas as fulminações choveram sobre a cabeça do peão que teve de matar o rei. E a vida desse peão passou a ser um inenarrável martírio.

Mas, dadas as circunstâncias, que poderia ele fazer senão o que fez? Como agir de outra maneira, se somos títeres e quem dirige a trama é a grande jogadora de xadrez fatalidade, a qual se utiliza de nós como simples peças, nunca se dignando nos revelar os objetivos de suas jogadas?

Para a sociedade não há crime maior que o de peão matar um rei; e pois tal fato só é possível quando a fatalidade guia a mão do regicida.

A mim a tragédia Euclides-Dilermando me abalou profundamente. Sobre ela meditei muito tempo, dominado pela incerteza. Mas quando conheci todos os detalhes do processo, só então vi, senti em tudo a mão glacial e inexorável da fatalidade — a mesma que levou aos seus crimes o inocente Orestes.

E uma coisa até hoje me pergunto: haverá uma só criatura normal das que olham Dilermando com horror, que, dentro do quadro daquelas circunstâncias, não fizesse a mesma coisa? Que atacada por Euclides e o filho, tomados ambos de acessos de demência, não se defendesse, como Dilermando se defendeu?

Se ponho a mão na consciência e me consulto, sou obrigado a confessar que, dentro daquelas circunstâncias, eu — o maior devoto de Euclides — agiria tal qual Dilermando. O animal que há dentro de mim, ferozmente acossado pelo animal existente no atacante, reagiria em pura ação reflexa — e no ímpeto cego da legítima defesa mataria até ao próprio Shakespeare”.

Amigo e admirador de Dilermando de Assis, o jornalista e compositor Orestes Barbosa colocou sua pena, desde os acontecimentos de 1909, em defesa dele. Foi o único da grande imprensa brasileira — militava na do Rio de Janeiro — que não apenas brandiu a tese de legítima defesa nos dois homicídios de Dilermando, como também retratou a sua personalidade de homem de excelente caráter, vítima das adversidades que sobre ele se abateram desde menor púbere. Quando Dilermando escreveu “A Tragédia da Piedade” (Editora O Cruzeiro, 1951, 696 páginas), Orestes foi o prefaciador. Transcrevo alguns tópicos expressivos de como ele depõe sobre Dilermando de Assis:

“Os atos de perseguição praticados contra Dilermando de Assis, nestes quarenta anos que se seguiram ao desaparecimento do autor de ´Os Sertões´, formam uma cordilheira de infâmias cujo ponto culminante é difícil precisar”.

“Se ainda fosse necessário provar a dignidade e a bondade de Dilermando de Assis, só o fato dele permanecer tantos e tantos anos nesse trabalho de revide aos seus acusadores bastaria como documento incontestável dos seus sentimentos de homem de bem e de coração”.

“Nunca houve no Brasil (e penso que nunca houve no mundo) um responsável eventual de delitos legitimados pela Lei, que se perpetuasse assim, durante quase meio século, à testa do seu próprio drama, diligenciando, falando e escrevendo, incessantemente, como que a pedir desculpas ao destino pelos seus dias de tão amarga provação”.

O clima da vida de Dilermando foi este:

“Tiros na espinha, tiros no ventre, tiros nos pulmões, e exames, e cursos, e julgamentos, e mais tiros, e mais cursos, e mais concursos — todo esse tumulto de horrores entre o ulular hidrófobo do banditismo esfaimado dos sedentos de imerecida glória e de dinheiro — uns mentindo a dizer que Euclides repudiava o militarismo (quando a verdade é que ele morreu oficial reformado, com soldo e tudo); outros fazendo da sua auréola literária um bem remunerado meio de vida — todos achando muito louváveis todas essas mentiras e essas terríveis perseguições”.

“Dilermando redimido perante a nacionalidade, que hoje conhece a verdade provada dos fatos — verdade pela qual tanto lutei, quase sozinho, esse tempo todo nas colunas que só eu sei quanto me custaram em desesperos colossais”.

Cem anos passados, a Tragédia da Piedade tem de despertar o maior interesse dos estudiosos, pelo tanto que ela diz respeito à Psicologia, à Sociologia, à Psiquiatria, à História, à Ciência enfim. Todos os seus aspectos envolvem ângulos em que os focos permanentemente desafiadores dos estudos psicológicos, sociológicos, psiquiátricos, históricos, chamam a atenção por sua pungência, por seu significado, por sua expressividade. Vimos, já, o caso de Euclides da Cunha nas suas evidências de morbidez da personalidade a explicar algumas das causas primeiras do drama esquiliano de que o escritor é protagonista central. Às evidências enfocadas pode-se e deve-se acrescentar o laudo da necropsia firmado pelo médico e escritor Afrânio Peixoto em que este, do exame do crânio do autor de “Os Sertões”, concluiu:

“Inspeção interna. A calota resistente. Meninges duras pouco aderentes, apresentando-se bastante desenvolvidas as granulações de Pachioni. Placas leitosas de leptomeningites. Ligeiro edema na imediação das circunvoluções rollândicas. O cérebro, pesando 1.515 gramas, foi retirado para ulteriores investigações. Meninges aderentes à base do crânio”.

Esse laudo foi detida e minuciosamente estudado pelo professor-regente de Medicina Legal e Deontologia Médica da Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, também médico legista do Instituto Médico-Legal daquela ex-capital da República, o doutor Alves de Menezes. Uma das suas primeiras considerações foi a de que o documento firmado por Afrânio Peixoto apresenta “uma tangível presença emocional interferindo na construção do laudo”. Confrade e muito amigo de Euclides, Afrânio Peixoto se viu diante de uma missão para ele das mais penosas, pois tinha, na expressão de Alves de Menezes, como médico legista, inviscerar o cadáver daquele gigante da literatura nacional”.

O doutor Alves de Menezes, segundo registra Jefferson Ribeiro de Andrade em seu livro sobre Anna de Assis, “em sua análise, considerando que a inquietação emocional do responsável pelo auto de necropsia transparece no texto do laudo, aponta algumas omissões, bem como descrições mutiladas”.

Contudo, diz o professor de Medicina-Legal e Deontologia Médica da Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, “logrou retratar a trajetória e os danos corporais feitos pelo agente lesivo que fulminou a vítima e descrever, no cérebro desta, o aspecto macroscópico de lesões meningo-encefálicas, às quais alguns eminentes psiquiatras da atualidade — apesar da falta de notícia sobre o exame microscópico da peça e de análise sorológica procedida durante a vida — se obstinam em vinculá-las a uma etiologia luética, considerando a coexistência dessas lesões com a série dos desequilíbrios psicológicos, próprios da fase incipiente da Paralisia Geral, que Euclides vinha apresentando de modo assustador, nos últimos tempos de sua vida.

Refiro-me — ´acrescenta esclarecedoramente Alves de Menezes´ — às alterações estruturais das membranas meníngeas e às placas leitosas de lepromeningite assinaladas no laudo, e que, a se aceitar como válida a etiopatogenia aventada, e não tivesse havido o decesso violento, acabariam por ofuscar, como se fossem manchas solares, todo o esplendor da inteligência estelar de Euclides da Cunha, reservando-lhe um fim terrivelmente melancólico: o da abolição global de todas as funções intelectuais. Numa sentença trágica: a demência. Tal como sucedeu a Nietzsche, vítima dessa doença e seu êmulo em genialidade”.

Há também na coleção do “Suplemento Cultural da Revista Paulista de Medicina”, no seu número 14, significativo trabalho do médico Walter P. Guerra, em que diagnostica grave patologia mental de Euclides da Cunha, à luz do laudo de Afrânio Peixoto e de comportamentos conhecidos e inegáveis do escritor:

“Com a devida vênia, invadindo seara alheia, pertencente aos psiquiatras e neurologistas, recordemos os principais sintomas psíquicos da neuro-lues. O indivíduo apresenta manifestações delirantes ocasionais e Euclides procedia, por vezes, como se fora um louco. Era possuído de momentos de cólera, seguidos, instantes depois, de estranha placidez”.

“Recordando a vida de Euclides, vamos encontrar inúmeras oportunidades em que se deixou dominar pela cólera”.

“A diminuição ou perda da afetividade é outro componente analisado pelos autores médicos, tal como acontece aos esquizofrênicos. Estes perdem a afetividade para com os familiares, transferindo-a a estranhos. Quantos conhecem Euclides da Cunha, sabem que, sob este aspecto, não foi o chefe de família desejável. Chegou mesmo a receber admoestações de seu pai, nesse particular”.

“Não era o homem do lar e muito menos o chefe de família ideal, no convívio com os seus”.

“O delírio persecutório é outra característica da maligna espiroquetose, onde, ao lado de alucinações auditivas (a que não há referência), foi vítima de alucinações visuais. Tanto em São José do Rio Pardo, como em Manaus, em seu retorno do Alto Purus”.

“Resta, assim, a hipótese de lues inata, ou forma retraída de meningite tuberculosa. Em favor da suspeita de meningite luética, existe a menção no laudo de que aquelas membranas ´estavam aderentes à base do crânio´. Recorde-se de que a meningite sifilítica demonstra essa característica: meningite de base. Donde se conclui que a grande incógnita e os desencontros que apresentou a vida de Euclides, e que o perseguiram até à morte, persistem. Acham-se à espera, tal como a Esfinge, de que um novo Édipo venha desvendá-la”.

Por derradeiro, este significativo depoimento daquela que foi a mulher de Euclides, Anna de Assis:

“Eu não podia continuar com Euclides. Admirava Euclides, o escritor. O homem, o meu marido, estava enlouquecendo. Eu o temia. Dia a dia, principalmente depois da morte do meu filho Mauro. Por isto, tentei fugir, mesmo sacrificando o meu amor por Dilermando. Inesperadamente, aconteceu a tragédia”.

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Desafio 100 suspenses para assistir antes de morrer: você viu no máximo 7 dessa lista 100

Desafio 100 suspenses para assistir antes de morrer: você viu no máximo 7 dessa lista 100

As histórias de suspense, também chamadas de thrillers, ganharam destaque na literatura durante o século 19, principalmente por meio do trabalho de Edgar Allan Poe, escritor norte-americano considerado o inventor dos mistérios policiais. Posteriormente, com a invenção dos filmes, em 1895, logo o suspense se tornou um dos gêneros favoritos do público também nos cinemas. Nas quatro primeiras décadas do século 20, a cinematografia se firmou como uma arte e revelou grandes cineastas, como o “Mestre do Suspense”, o britânico Alfred Hitchcock, responsável por introduzir o gênero no cinema. Desde então, os thrillers se popularizaram. A revista britânica Sight and Sound, especializada em cinema, elaborou uma lista com os 100 melhores longas de suspense para assistir antes de morrer. A seleção traz filmes de diferentes épocas e nacionalidades. Entre eles, estão os clássicos de Hitchcock, como “Janela Indiscreta” (1954) e Um Corpo que Cai (1958). De acordo com a publicação, pouquíssimas pessoas assistiram mais de sete títulos da lista. Para descobrir se você é uma exceção, basta contabilizar quantos filmes você já viu dentre os 100 selecionados.

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História do Cristianismo

O cristianismo é a religião com mais seguidores no mundo. Atualmente, possui cerca de 2,18…

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quinta-feira, 25 de abril de 2019

Cinco tênis clássicos que você com certeza já quis ter

Embarque na nostalgia de uma lista com cinco tênis clássicos!

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Tênis masculinos dos anos 80 e 90 voltaram com tudo! Veja os melhores!

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Mizuno lança linha clássica inspirada nos tênis dos anos 1980 e 1990!

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8 razões pelas quais você deve amar seus inimigos

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Melhores perfumes masculinos importados para 2019!

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Os 50 filmes mais populares entre 1980 e 1995

Os 50 filmes mais populares entre 1980 e 1995

As décadas de 1980 e 90 representaram uma revolução na história do cinema. Os filmes hollywoodianos se destacaram pela releitura de gêneros já conhecidos pelo público, consagrando nomes como Martin Scorsese, Steven Spielberg, Francis Ford Coppola e Tim Burton. Com o sucesso dos filmes de ficção-científica, os efeitos especiais obtidos por computadores se popularizaram, elevando a tecnologia do cinema. No Brasil, os clássicos se repetiam na TV aberta, principalmente em programas como “Sessão da Tarde” e “Cinema em Casa”. A partir de uma enquete realizada com os leitores, a Revista Bula reuniu em uma lista os 50 filmes mais populares entre os anos de 1980 e 1995. Entre os mais votados, estão “Sociedade dos Poetas Mortos” (1989), de Peter Weir; “Esqueceram de Mim” (1990), de Chris Columbus e “Robocop” (1987), de Paul Verhoeven.

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Verbos de ligação em inglês

Os verbos de ligação em inglês ou “linking verbs” são essenciais no momento de montar e criar frases na língua inglesa. Eles ajudam na coesão das mesmas e quando compreendidos e bem empregados costumam aumentar bastante a qualidade do idioma falado por quem o utiliza.

É tido como um verbo de ligação aquele que conecta a qualidade de um determinado objeto ou pessoa aquele objeto ou pessoa dentro de uma frase. Na língua portuguesa essa função é tida para nós como a de um adjetivo predicativo, enquanto no inglês eles são chamados de “linking verbs”, ou, verbos de ligação.

Como você poderá notar ao longo desse texto, quando utilizados, os verbos de ligação são sempre seguidos por adjetivos. Isso porque, eles ajudam a passar a ideia de determinada coisa ser ou estar daquela maneira.

Quais são os verbos de ligação em inglês?

Quando os verbos de ligação são utilizados eles costumam expressar um estado de determinado adjetivo que o segue, ou seja, não são verbos de ação. Costumam ser utilizados nas frases para explicar o ser ou estar de determinadas pessoas e coisas.

São chamados de ‘’linking” ou “de conexão” por que são os verbos que conectam o sujeito ao resto das frases onde eles são empregados, adjetivando-os.

To be

O verbo de ligação mais comum na língua inglesa é o verbo to be. Por si só ele já cumpre a função de determinar o estado das coisas de acordo com os adjetivos que o seguem. Como você pode ver no seguinte exemplo:

I am thirsty. – Eu estou com sede.

Aqui, nós temos am (estou) cumprindo a função de verbo de ligação. Ele é nada mais que o verbo to be conjugado adequadamente para a 1ª pessoa do singular (I = eu).

Em seguida, nós temos thirsty (com sede) que é um adjetivo na língua inglesa e expressa o estado do sujeito da frase. Apresentando, assim, um registro perfeito de como funciona o verbo to be quando é utilizado enquanto verbo de ligação.

Veja outro exemplo:

She is beautiful wearing that red dress. – Ela está bonita usando aquele vestido vermelho.

Note que is (verbo to be conjugado para 3ª pessoa do singular feminino) pode significar tanto ser quanto estar.

Porém, esse exemplo ganha o viés de verbo de ligação ao expressar um estado, pois o interlocutor acha que ela esteja bonita com o vestido vermelho. O que não deixa de ser uma adjetivação ao sujeito em seguida do uso do verbo.

Observe outra frase:

They are quiet this morning. – Eles estão quietos essa manhã.

Da mesma forma como aconteceu no exemplo anterior, temos aqui are (verbo to be conjugado para a 2ª pessoa do plural) seguido do adjetivo quiet (quieto), representando o estado dos sujeitos.

Passado ou futuro

A função do verbo de ligação não existe apenas para o presente, se estivéssemos diante de exemplos no passado ou no futuro o verbo to be continuaria a poder servir como verbo de ligação para situações em que for seguido por adjetivos, observe:

We were shocked by her death. – Nós ficamos chocados com a morte dela.

Tivemos aqui o verbo to be no past simple (were) conjugado adequadamente para we (nós), primeira pessoa do plural. E, em seguida, temos um adjetivo (shocked) que expressa o estado do sujeito diante de determinado fato ou notícia.

He will be surprised with the news. – Ele vai se surpreender com a novidade.

Da mesma forma, nós temos o to be no future simple conjugado adequadamente para a 3ª pessoa do singular: he (will be), seguido de um adjetivo (surprised), demonstrando como no futuro o estado do sujeito estará, cumprindo, dessa forma a função do verbo de ligação.

Os exemplos acima te ajudam a perceber que: o que transforma um verbo em um verbo de ligação em inglês é a função que ele cumpre em relação ao sujeito. Por exemplo, ligando-o a um adjetivo, descrevendo assim o seu estado. E isso pode se dar em qualquer dos tempos verbais da língua.

Principais verbos de ligação no inglês

O verbo to be não é o único verbo de ligação em inglês. Abaixo você verá alguns que também cumprem essa função dentro de determinados contextos. Em seguida, você terá alguns exemplos ilustrativos de frases com esses verbos de ligação.

Para corroborar o seu entendimento, todos os adjetivos que seguirão os verbos de ligação estarão sublinhados. Sendo assim, os principais verbos de ligação no inglês junto ao verbo to be, são:

To feel

Em português esse verbo vai significar: sentir/sentir-se/apalpar ou tatear, de acordo com o contexto em que ele seja empregado. E, você poderá percebê-lo como verbo de ligação em frases como as que aparecem abaixo:

  • I’ve been feeling sick this entire week. – Eu tenho me sentido doente essa semana inteira.
  • He feels secure talking in public. – Ele se sente seguro falando em público.
  • She felt insecure about her relationship when she read those messages. – Ela se sentiu insegura com seu relacionamento quando leu aquelas mensagens.

To appear

Em português esse verbo poderá significar a depender do contexto: parecer/aparecer/surgir/comparecer ou figurar. Ele será um verbo de ligação sempre que dentro de um contexto onde ele seja aplicado você possa substituí-lo pelo verbo to be, sem que a frase perca sentido semântico. Observe:

  • You should appear calm during the trial, even though you’re angry. – Você deve parecer calmo durante o julgamento mesmo que esteja com raiva.
  • She appeared confused about wanting the divorce. – Ela parecia confusa sobre querer o divórcio.
  • I would appear sadder If I didn’t know the truth. – Eu pareceria mais triste se não soubesse a verdade.

Nenhuma dessas frases perderiam significado semântico se fossem escritas com o verbo to be na forma apropriada ao tempo que elas apresentam.

To seem

Dependendo do contexto o verbo acima pode ganhar em português o significado: parecer ou aparentar. E, você pode notar ele funcionar como verbo de ligação nas frases abaixo:

  • She seems angry with everybody today. – Ela parece irritada com todo mundo hoje.
  • They seem sad about our decision. – Eles parecem tristes com nossa decisão.
  • It’s seems nice living in this neighborhood. – Parece legal morar nesse bairro.

To remain

Para nós esse verbo terá o significado de: ficar/permanecer ou restar, a depender do contexto em que ele seja aplicado. E, enquanto um verbo de ligação você poderá vê-lo ser utilizado em frases como as que aparecem abaixo:

  • They remained quiet during the lecture. – Eles permaneceram calados durante a palestra.
  • We can remain young exercising often. – Nós podemos permanecer jovens nos exercitando com frequência.
  • She would remain disappointed no matter what you say. – Ela permaneceria desapontada não importa o que você dissesse.

To smell

Quando nós utilizamos esse verbo na língua inglesa, o fazemos para frases em que no português poderíamos querer dizer: cheirar ou ter cheiro de. E, enquanto um verbo de ligação, você pode observar ele sendo usado em exemplos como:

  • The cake smells burnt. – O bolo tem cheiro de queimado.
  • Be careful with what you’ll eat. Something smells rotten in the fridge. – Cuidado com o que você comerá. Algo cheira a podre na geladeira.
  • Your food always smells delicious. – Sua comida sempre tem um cheiro delicioso.

To stay

Em português esse verbo terá o significado de: ficar/estar/permanecer/parar/atar/deter ou deter-se. E, você poderá vê-lo sendo utilizado como verbo de ligação em exemplos como:

  • You can stay sad as long as you want, but we’re not getting back together. – Você pode ficar triste o quanto você quiser, mas nós não vamos reatar.
  • She’d stayed sick for some weeks last month. – Ela esteve doente por algumas semanas mês passado.
  • I wouldn’t stay mad if you told me the truth. – Eu não ficaria com raiva se você me contasse a verdade.

To grow

É um verbo bastante utilizado quando em inglês você pretende montar frases que teriam em português a presença dos verbos: crescer/cultivar/tornar/medrar ou plantar. Você pode encontrar esse verbo sendo utilizado como de ligação em frases como:

  • He grew bored of his marriage. – Ele ficou entediado de seu casamento.
  • Sooner or later you’ll grow angry with this path you’ve chosen. – Mais cedo ou mais tarde você ficará zangado com esse caminho que escolheu.
  • I’m growing upset with this job don’t giving me much challenges.  – Eu estou me chateando com esse trabalho não me dando muitos desafios.

Uma curiosidade que você deve ter reparado é que quando o verbo to grow cumpre a função de ‘’linking verb’’ ele também passará a ideia de que o adjetivo, ao qual ele liga o sujeito, é algo que acontece, aconteceu ou acontecerá de maneira gradativa. Assim como se dá o crescimento.

To continue

Em português as frases que contiverem esse verbo trarão nele a tradução possível de: continuar/prosseguir/seguir/avançar ou permanecer, a depender do contexto em que ele seja aplicado. Como um verbo de ligação você terá ele atuando em frases como:

  • Do you think he continues interested in the project? – Você acha que ele continua interessado no projeto?
  • The classes continues boring. – As aulas seguem chatas.
  • I don’t think her health improved, she continues sick every now and then. – Eu não acho que a saúde dela melhorou, ela continua doente de vez em quando.

To taste

Em português o verbo em questão pode ter o significado de: provar/experimentar ou ter gosto de. Porém, quando ele é utilizado enquanto um “linking verb’’, ele terá apenas o significado de: ‘’ter gosto de”. Como você poderá notar abaixo:

  • The soup smells delicious but tastes spicy.  – A soupa tem um cheiro delicioso, mas o gosto é apimentado.
  • Coffee usually tastes bitter. – Café geralmente tem gosto amargo.
  • This cake tastes stale. – Esse bolo tem gosto ruim.

To turn

Os significados que esse verbo pode apresentar no português são: transformar/voltar/virar/tornar/transformar-se/girar/volver/tornear ou inclinar. Tudo dependerá do contexto em que seja ele utilizado. Enquanto verbo de ligação, ele pode ser utilizado em frases como as que você verá abaixo:

  • The situation in the company turned bad. – A situação na empresa tornou-se ruim.
  • He turned better after he turned poor. – Ele tornou-se melhor depois que virou pobre.
  • She turns sad again each time someone talks about him. – Ela volta a ficar triste sempre que alguém fala sobre ele.

To prove

Em português esse verbo poderá ter a tradução de: demonstrar/comprovar ou provar. E você pode vê-lo sendo utilizado enquanto verbo de ligação em frases como:

  • Her efforts proved useless. – Os esforços dela se provaram inúteis.
  • His theories were again proved wrong. – As teorias dele foram novamente comprovadas erradas.
  • Their discussion proved impossible to end. – A discussão deles provou-se impossível de terminar.

Agora que você já conhece os principais verbos de ligação, que tal colocá-los em prática? Faça exercícios ou crie diálogos usando essas palavras. Assim, você vai conseguir treinar e expandir o seu vocabulário.

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quarta-feira, 24 de abril de 2019

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Desafio 55 coisas para fazer em Minas Gerais antes de morrer: você fez no máximo sete dessa lista 55

Desafio 55 coisas para fazer em Minas Gerais antes de morrer: você fez no máximo sete dessa lista 55

Segundo Estado mais povoado do país, Minas Gerais, na região Sudeste, é um importante destino turístico brasileiro. A Estrada Real é um dos mais importantes circuitos de turismo e passa pelos antigos caminhos utilizados para transportar o ouro das minas, apresentando atrativos históricos, culturais e naturais para os visitantes. O Estado foi berço de grandes artistas e escritores, como Aleijadinho, Mestre Ataíde, Guimarães Rosa e Carlos Drummond de Andrade e abriga centenas de patrimônios culturais e exemplares da arquitetura colonial. A culinária mineira também é uma das mais apreciadas do país, principalmente o queijo, a cachaça artesanal, o feijão tropeiro e o famoso pão de queijo. Mas, há muito mais para se fazer e conhecer em Minas Gerais, um Estado essencial para aqueles que desejam mergulhar na história do Brasil. A partir de uma enquete, a Revista Bula relacionou 55 atrações para se fazer em Minas Gerais antes de morrer. Os programas devem fazer parte do roteiro de qualquer turista que deseja conhecer a essência de Minas Gerais, mas, de acordo com um levantamento prévio feito pela Bula, pouquíssimas pessoas cumpriram mais de sete das 55 atividades propostas. Para descobrir se você é uma exceção, basta contabilizar quantos programas você já fez dentre os 50 listados.

Fotografia: Carlos Magalhães

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