quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Festival de cinema francês exibe filmes inéditos e gratuitos na internet

Festival de cinema francês exibe filmes inéditos e gratuitos na internet

O site My French Film Festival, uma iniciativa global, exibe uma seleção de filmes franceses independentes e inéditos de forma gratuita, com legendas em português. Essa é a nona edição do festival, que ficará no ar até o dia 18 de fevereiro. A lista conta com 25 produções, entre longas e curtas-metragens, divididas em seis temas diferentes: “Family Business”, “What The F…rench?”, “Women at War”, “In Your Face”, “Love à la française” e “New Horizons”. Ao terminar de assistir os filmes, o usuário pode votar no seu favorito e o mais votado será premiado pela organização. O objetivo do projeto é dar maior visibilidade ao cinema francês. Confira abaixo a lista com os títulos disponíveis no My French Film Festival:

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Carvão Mineral

O carvão é o combustível fóssil mais abundante na Terra. Calcula-se que existam reservas para…

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Os 10 filmes mais engraçados disponíveis na Netflix

30 melhores filmes da década (2010-2018)

30 melhores filmes da década (2010-2018)Estamos entrando no último ano desta década e, por isso mesmo, esta é a melhor hora para listarmos os melhores filmes da década (lançados até 2018)! Se liga na lista.

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6 Motivos para comprar um iPhone XS agora mesmo!

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Como descobrir os melhores filmes da Netflix e Amazon Prime Video

Como descobrir os melhores filmes da Netflix e Amazon Prime Video

Os catálogos dos serviços de streaming possuem milhares de opções e, por isso, muitos usuários têm dificuldade na hora de escolher um bom filme para assistir. Para ajudar os indecisos, uma ótima opção é o site Flickmetrix, que relaciona os títulos da Netflix e Amazon Prime Video e oferece vários filtros para refinar a busca pelos melhores filmes.

O site Flickmetrix cruza informações de filmes lançados a partir de 1900 e mostra os melhores de acordo com o que o usuário procura assistir no momento. Para chegar até o resultado final, o site utiliza como fontes as notas dele e de outros sites, como IMDb, Letterboxd e Metacritic. O Flickmetrix ainda não cobre o acervo de HBO Go, Hulu e NOW; mas é uma boa alternativa para quem assina Netflix e Amazon Prime Video.

Logo após, o Flickmetrix exibe uma lista de filmes baseada nos filtros escolhidos e links diretos para os serviços de streaming, assim os usuários podem salvar os longas em suas listas ou assisti-los imediatamente. Além disso, o site apresenta sinopses, trailers e notas que os filmes obtiveram nos sites de críticas.

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Há 50 anos nascia o século 21 com os Beatles tocando no telhado

Há 50 anos nascia o século 21 com os Beatles tocando no telhado

O gato subiu no telhado. Lá se foram cinquenta anos. E uma revolução transcorreu debaixo de nosso nariz. Dessa vez, o gato do prenúncio eram Os Beatles. Que fizeram o último show no topo de um prédio londrino, às margens do emblemático Rio Tâmisa. Não era pra ser o último. Mas foi. Ninguém sobe ao telhado impunemente. Ainda mais Os Beatles. Eles não fariam o último show impunemente. Sobretudo em cima do telhado.

Desde aquele sintomático Apple Rooftop Concert, de 30 de janeiro de 1969, o mundo entrou num torvelinho sem precedentes. Os Beatles não promoveram o torvelinho. Eram o sintoma do próprio torvelinho que prenunciavam. De sobra, compuseram a trilha sonora para os tempos que vinham vindo. Um vizinho ainda chamou a polícia para tentar interromper o concerto-parto. Em vão. O século 21 nascia ali. A céu aberto, sobre os telhados do mundo.

Desde então entramos num paraíso de dervixes rodopiantes. Um mundo de desassossego, que oscila entre a redenção e a queda. Entre a euforia e a frustração. Entre a civilização e a barbárie. Entre a luz da tecnologia e a obscuridade mental. Entre a produtividade recorde e a destruição hecatômbica. Entre a neve acachapante e o sol em labaredas. Um mundo entre “sorria você está sendo filmado” e “salve-se quem puder”.

Não falo apenas por mim, mas por minha geração. No livro-poema “Pela Alvorada dos Nirvanas”, narro a experiência da chegada do torvelinho:

aquele dia divisor
em que um antenado colega
a uns poucos nos convidara
para estar no seu muquifo
numa noite de agosto
de fumaça e nuvem de aleluias
de sexta para sábado
e ouvir um disco novo
de um troço novo
que ele chamou de rock’n’roll

o ingresso eram duas pilhas
Rai-o-vac as Amarelinhas

é que a vitrola bebia pra caramba
mas a coca-cola e a cachaça
ficavam por conta
do anfitrião

logo ao ver a capa
do propalado Long Play
tive tremor de epifania

aquela imagem mítica
Os Cabeludos de Liverpool
num rito de augúrio
fila indiana
enlevo de possuídos

no miolo de uma aura messiânica
palmilhando uma faixa de pedestres
na Abbey Road
em pleno coração londrino
(e ali atravessassem mundos
e (cr)uzassem (h)eras)

ou como quem simplesmente esvoasse
pela alvorada
dos nirvanas

o disco girou
em sua pickup de massa verde
talvez de verde-esperança
verde-turbulência talvez
do mesmo verde ambiental
que aos tornados antecede

e a gente arranhando
aquele Inglês ginasiano
mais de supor que de entender
em deslumbre total
sob os vapores da caninha
ligados naquele iê-iê-iê manhoso
nos eletrificando como quem segura
em fio desencapado
de bruta voltagem

here comes de sun
here comes de sun and I say
it’s alright

foi assim como tomar na veia
uma overdose de revolucionina
uma estricnina
uma constipação medonha
um estupor dos miolos
uma incorporação de mil demônios

falando agora tudo parece tão banal
mas o instante representou
a travessia do limiar
de um mundo em que
uma rosa é uma rosa é uma rosa
e tudo estava certo
tudo estava no lugar

adentramos a cova do Ciclope de Homero
cujo olho é imune a chuço incandescente
onde uma chama
é uma chama
é uma chama
e tudo ferve e tudo queima
e nada é mais do que aparência
onde o centro está na superfície
e são móveis todas as referências
quando o que é
já era
e o que vai ser
já foi
ou nunca será.

Faz cinquenta anos que Os Beatles subiram no telhado e a vida das pessoas, por mais pacatas que sejam, nunca mais foi a mesma. Os Beatles não subiram no telhado impunemente.

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Sports: Esportes em inglês

Você sabe o nome dos esportes em inglês? Esportes são manifestações humanas que nos levam à prática de atividades físicas que nos deem prazer, disciplina, foco e entretenimento. Melhoram as nossas capacidades e aptidões em diversas áreas e nos integram em grupos fortalecendo nosso espírito competitivo e nossa visão de objetivos, sejam eles quais forem.

Muitas pessoas praticam esportes e atividades físicas visando diversos objetivos, e com motivações diferentes para iniciar ou manter-se na prática de exercícios. A maioria dos esportes e atividades físicas exigem dos seus praticantes uma frequência que acaba por integrá-las em suas rotinas.

Por isso, na hora de aprender inglês se torna tão importante associar elementos da nossa rotina com vocabulários e estruturas da nossa língua alvo, pois, vai tornar o aprendizado mais útil, bem estruturado e mais facilmente praticável do que com um conteúdo que esteja mais distante de nossa realidade.

Com isso em mente, vamos unir a nossa prática de atividades preferidas e praticar nosso idioma para que ele se torne cada vez mais próximo daquele falado pelos nativos?

Lista com alguns esportes em inglês e sua tradução

Bolas

Verbos como go, do e play são os mais usados no contexto dos esportes (Foto: depositphotos)

Abaixo você poderá conferir alguns esportes em inglês com suas traduções (quando houver, já que alguns têm o uso de seu nome original em qualquer que seja a língua) para o português para que você possa aprimorar seu conhecimento linguístico no tema. Vamos aprender?

Aerobics – Aeróbica
American Football – Futebol Americano
Archery – Tiro com arco
Artistic gymnastics – Ginástica artística
Athletics – Atletismo
Badminton – Badminton
Basketball – Basquete
Beach volleyball – Vôlei de praia
Biking – Ciclismo
Bowling – boliche
Boxing – Boxe
Canoe slalom – Canoagem
Canoe Sprint – Canoagem em velocidade
Cycling – Ciclismo
Diving – Saltos ornamentais
Equestriam jumping – Saltos de hipismo
Equestrian – Hipismo
Equestrian dressage – Adrestramento de cavalos
Equestrian eventing – Hipismo
Fencing – Esgrima
Fishing – Pesca
Football (UK) – Futebol
Golf – Golfe
Handball – Handebol
Hockey – Hóquei
Judo – Judô
Karate – Caratê
Marathon swimming – Maratona aquática
Modern pentathlon – Pentatlo moderno
Mountain bike cycling – Ciclismo mountain bike
Mountaineering – Montanhismo
Pool – Sinuca
Rhythmic gymnastics – Ginástica rítmica
Road cycling – Ciclismo de estrada
Rock climbing – Escalada
Rowing – Remo
Rugby – Rugby
Running – Corrida
Sailing – Vela
Shooting – Tiro Esportivo
Skateboarding – Skatismo
Skating – Patinação
Skiing – Esqui
Soccer (USA) – Futebol
Surfing – Surf
Swimming – Natação
Synchronised swimming – Nado sincronizado
Table tennis – Tênis de mesa (ping-pong)
Taekwondo – Taekwondo
Tennis – Tênis
The High Jump – Salto em altura
The Long Jump – Salto à distancia
The Pole Vault – Salto com vara
Track cycling – Ciclismo de pista
Trampoline gymnastics – Ginástica de trampolim
Triathlon – Triatlo
Volleyball – Vôlei
Water polo – Polo aquático
Weightlifting – Halterofilismo
Wrestling – Luta olímpica
Yoga – Iôga

Veja também: “No Pain No Gain”: significado e tradução para português

Expressões mais comuns relacionadas aos esportes em inglês

Há, em inglês, três verbos que nos ajudam a falar sobre os esportes que são: DO, PLAY e GO. E, geralmente, esses verbos junto aos esportes formam collocations que vão dar o sentido de “praticar determinada atividade”, “frequentar determinada modalidade esportiva”, “jogar determinado esporte”.

Porém, não há uma regra tão clara que determine e delimite que expressão você deva utilizar para cada uma das modalidades esportivas sobre as quais você queira falar. No momento em que isso precisar ser decidido, mais vale você enxergar a modalidade de maneira mais ampla e pensar em qual dos três fará mais sentido ao seu esporte e seu exemplo.

Vamos aprender como você pode fazer isso?

TO DO

Geralmente você utilizará o DO como parâmetro para falar sobre esportes que você possa praticar sozinho, ou que sejam atividades que liguem você ao seu “eu interior” através de meditação ou filosofias próprias, que sejam atividades físicas individuais ou que possam ainda ser praticadas em grupo, mas que os resultados de uns não interfira diretamente no dos outros. Você usará, por exemplo para:

To do aerobics –  Fazer aeróbica
To do yoga – Fazer ioga
To do judo – Praticar judô
To do marathon swimming – Fazer maratona aquática
To do modern pentathlon – Praticar pentatlo moderno
To do boxing – Praticar boxe

TO GO

Normalmente, as atividades terminadas com “ING” são as que vão utilizar o GO para que possam fazer sentido na hora de serem utilizadas para expressar a prática ou a frequência de algum esporte. Observe como isso acontece nos exemplos abaixo:

To go skateboarding – Andar de skate
To go skiing – Esquiar
To go bowling – Jogar boliche
To go swimming – Nadar / Fazer natação
To go road cycling – Fazer ciclismo de estrada
To go rowing – Praticar remo

TO PLAY

Você vai utilizar esse verbo para te auxiliar a falar sobre esportes que envolvam campeonatos, competições em equipe, jogos de carta ou tabuleiros, competições com bola. Observe como isso pode acontecer nos exemplos abaixo:

To play pool – Jogar sinuca
To play soccer – Jogar futebol
To play beach volleyball – Jogar vôlei de praia
To play basketball – Jogar basquete
To play chess – Jogar xadrez
To play handball – Jogar handebol

Na hora de criar frases falando sobre os esportes o domínio dessas junções pode facilitar bastante como você pode perceber em alguns exemplos:

– My grandpa taught me how to play golf. – Meu avô me ensinou jogar golfe.
– He goes rowing every Saturday, that’s why his shoulders are that large. – Ele pratica remo todos os sábados, por isso os braços dele são tão largos.
– She told me she does boxing when she’s stressed. – Ela me disse que faz boxe quando está estressada.
– My mother does aerobics while I do yoga every morning. – Minha mãe faz aeróbica enquanto eu pratico ioga todas as manhãs.
– We’ll try to go skiing on our next vacation. – Nós tentaremos esquiar nas nossas próximas férias.
– I’d love to go rock climbing, but I’m really afraid of Heights. – Eu adoraria escalar, mas tenho muito medo de altura.
– Tom Brady plays basketballl, I mean, American Football very well. – Tom Brady joga basquete, quero dizer, futebol americano muito bem.
– Did you go swimming yestarday morning? – Você foi para natação ontem de manhã?
– I’d rather play soccer than pool. – Eu preferiria jogar futebol do que sinuca.
– Why don’t you do some yoga? You seem to be stressed. – Por que você não faz um pouco de ioga? Você parece estar estressado.
– She plays beach volleyball every sunny Saturday. – Ela joga vôlei de praia em todos os sábados ensolarados.

Exemplos de diálogos

Observe alguns exemplos de diálogo envolvendo o tema de esportes e atividades físicas que podem te ajudar a aprimorar o entendimento do conteúdo em inglês:

Bicicleta

Para nos referir a ciclismo em inglês, costuma-se usar o verbo go (Foto: depositphotos)

Exemplo 1:

A – Why does your brother seem so sad? – Por que seu irmão parece tão triste?

B – His soccer team lost the third championship in a row this weekend, he’s devastated. But… was his own choice root for an awful team like that. – O time de futebol dele perdeu o terceiro campeonato seguido esse fim de semana, ele está arrasado. Mas… foi escolha dele mesmo torcer por um time horrível como aquele.

Exemplo 2:

A – What’s your favorite sport? – Qual seu esporte favorito?

B – I’m not really a ‘’sports guy’’ if you know what a mean… – Eu não sou um cara que pratica muitos esportes, se é que você me entende.

A – Really? But how can you be so in shape if you don’t like sports? – Sério? Mas como você consegue estar tão em forma se não gosta de esportes?

B – I try to eat healthy and workout at least six times a week. But I don’t do any other kind of sports… – Eu tento comer saudável e treinar musculação pelo menos seis vezes por semana. Mas, eu não faço nenhum outro tipo de esporte…

Exemplo 3:

A – I’ll go rowing on a waterfall this weekend… Wanna come over? – Eu remarei numa cachoeira esse fim de semana… Quer vir junto?

B – I don’t think so. I’m really afraid of radical sports and stuff like that… Isn’t it dangerous? – Acho que não. Eu realmente tenho medo de esportes radicais e coisas desse tipo… Não é perigoso?

A – Not really. I’m used to practice almost every day and we use all the safety equipments.  – Na verdade não. Eu estou acostumado a treinar quase todos os dias e nós usamos todos os equipamentos de segurança.

B – Hope you have fun, then… But that’s the kind of sport I rather just watch on tv. – Espero que você se divirta, então… Mas, esse é o tipo de esporte que eu prefiro só assistir pela televisão.

Exemplo 4:

A – How long have you been playing volleyball? – A quanto tempo você tem jogado vôlei?

B – I’ve been playing since high school, it gave me a college scolarship and I’ve already won many championships with my team mates. – Eu jogo desde o ensino médio, me deu uma bolsa na faculdade eu já ganhei várias competições com meus colegas de equipe.

Veja também: Descubra como são os nomes dos esportes e das atividades físicas em espanhol

Exemplo 5:

A – How often do you go running? – Com que frequência você corre?

B – I go running everyday. Twice a week I go running at night and on the other days I go running in the mornings. – Eu corro todos os dias. Duas vezes na semana eu corro à noite e nos outros dias eu corro pelas manhãs.

A – Was it difficult to start? – Foi difícil começar?

B – You can bet on it. At the very first beginning every muscle in my body was hurt, but when I got used to put it on my routine It became a pleasure. – Pode apostar. No começo todos os músculos do meu corpo doíam, mas quando eu me acostumei à pôr a corrida na minha rotina, virou um prazer.

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quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

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Tênis Masculino de Skate: 10 tênis de skate para você comprar agora

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Teste New York Times: 36 perguntas que poderão fazer duas pessoas se apaixonarem

Teste New York Times: 36 perguntas que poderão fazer duas pessoas se apaixonarem

Em 1997, o psicólogo norte-americano Arthur Aron publicou um estudo que investigava se a intimidade entre dois desconhecidos poderia ser acelerada caso ambos fizessem um ao outro perguntas pessoais específicas. Ele criou um questionário com 36 perguntas, separadas em três estágios, sendo que o nível de profundidade das respostas avança a cada questão.

A ideia central do estudo diz que a vulnerabilidade mútua promove proximidade. Como demonstrar vulnerabilidade pode ser extremamente difícil, alguns casais levam anos para conversar sobre assuntos delicados. Então, o questionário de Aron força esse aspecto e as pessoas que o aplicam tendem a se apaixonar.

Quando Aron testou o questionário, um dos casais que participaram do estudo se casou seis meses mais tarde. “A última vez que entrei em contato com eles, ainda estavam juntos”, disse o psicólogo à Revista Wired, em 2010. E, em 2015, a jornalista Mandy Len Catron publicou um artigo no The New York Times, narrando como também se apaixonou usando as perguntas de Aron.

Para quem quiser testar, a regra é usar no mínimo 45 minutos para o questionário: 15 minutos para cada conjunto de perguntas. Os participantes devem se revezar na leitura das questões, embora os dois precisem responder todas. Confira, abaixo, o questionário elaborado por Arthur Aron: 

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Barba com falhas: visuais para você não ter vergonha da sua barba rala

Barba com falhas: visuais para você não ter vergonha da sua barba ralaTem uma barba com falhas? Relaxa. Alguns visuais podem te ajudar a perder a vergonha de deixar a sua barba crescer! Veja quais são eles.

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Arte Românica

A arte românica começou no final do século X e início do século XI, estendendo-se…

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Há 50 anos, os Beatles faziam sua última apresentação pública

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

As músicas dos filmes de Stanley Kubrick

As músicas dos filmes de Stanley Kubrick

O cineasta Stanley Kubrick revolucionou a forma como a música era usada em filmes. Em 1967, ele contratou o compositor Alex North para compor as canções de “2001: Uma Odisseia do Espaço”. Mas, enquanto o filme estava na fase de edição, Kubrick gostou da trilha sonora temporária, que consistia em várias canções clássicas já existentes. Então, ele escolheu essas obras para o filme e dispensou as composições de North. Kubrick nem mesmo regravou as faixas, como era de costume na época. E também não se preocupou em obter direitos autorais, o que resultou em algumas ações judiciais. Mas, apesar de todas as críticas que ganhou na época, “2001: Uma Odisseia do Espaço” é um dos filmes experimentais mais lucrativos da história.

O site Spotify Classical reuniu em uma playlist do Spotify mais de quatro horas de canções que marcaram os filmes de Stanley Kubrick. A lista de reprodução inclui tudo, desde Beethoven (Laranja Mecânica) até Schubert (Barry Lyndon) e Bartók (O Iluminado). Para ouvi-la, é necessário fazer um cadastro no aplicativo, caso ainda não tenha, e realizar login. Há opção de assinatura gratuita.

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12 filmes argentinos para ver na Netflix

Biodiversidade

Biodiversidade é a variabilidade de organismos vivos de todas as origens, incluindo ecossistemas terrestres, marinhos e…

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Fissão Nuclear

A energia nuclear, que é a energia de ligação do núcleo, pode ser obtida por…

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8 aplicativos de corrida que vão te ajudar a melhorar o seu treino!

8 aplicativos de corrida que vão te ajudar a melhorar o seu treino!Procurando por aplicativos de corrida para finalmente começar a correr (ou até mesmo melhorar o seu passo?)! Listamos 8 deles!

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Como estudar pro Enem pelo Instagram

Estudar pro Enem é algo que toma a atenção e o tempo de milhares de estudantes brasileiros todos os anos. Com a popularização das redes sociais, principalmente entre o público mais jovem, que são os maiores participantes do exame, elas também acabaram virando um ponto de estudo.

Pois é, se engana quem pensa que redes sociais, como o Instagram, servem apenas para curtir e acompanhar o dia a dia de amigos e famosos. Atualmente existem diversos perfis públicos focados em ajudar os estudantes a se prepararem melhor para os dias de prova.

Pensando nisso, o Estudo Prático separou algumas dicas preciosas de como estudar e se preparar para o Enem através das redes sociais. Além disso, vamos indicar os melhores perfis para seguir e como montar um cronograma de estudos efetivo.

Estudando pro Enem pelo Instagram

O hábito de estudar pelo Instagram se tornou tão popular que até mesmo ganhou um nome, “Studygram”. Sendo uma das maiores redes sociais do mundo, com mais de um bilhão de usuários ativos, o Instagram disponibiliza ferramentas que servem como forma de complemento para os estudos.

Mulher estudando pelo celular

Para evitar distrações, a dica é fazer um segundo perfil voltado apenas para o estudo (Foto: depositphotos)

Isso favoreceu o surgimento de diversos perfis voltados para a difusão de conhecimento e preparo para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

No entanto, é preciso ter cuidados, pois ao mesmo tempo que facilitam, as redes sociais também podem se tornar uma perdição. Para saber como não errar e garantir conhecimento, você vai ver a seguir seis dicas de como estudar pelo Instagram de maneira efetiva.

1- Foco e disciplina são essenciais

O Instagram é um local repleto de distrações. São publicações de amigos, de perfis famosos e animais fofos que podem fazer com que você esqueça os estudos rapidamente.

Por esse motivo a primeira dica é: tenha foco e disciplina. Ou seja, estipule qual é o seu objetivo antes mesmo de abrir o aplicativo e quanto tempo você passará estudando. Depois disso, é preciso ter disciplina para ignorar notificações.

Isso pode parecer difícil, mas fazendo um cronograma de estudos e tendo o foco correto você consegue.

2- Salve o que achar mais importante

Uma das ferramentas mais úteis para quem estuda é a de salvar o que chamou mais atenção. Para fazer isso basta clicar na bandeira que fica no canto inferior direito da imagem e pronto, você poderá acessá-la a hora que quiser do seu perfil pessoal.

Por isso, sempre que você achar que determinado conteúdo é importante, salve para revisá-lo mais tarde.

3- Faça coleções

A terceira dica é montar coleções. Essa é relacionada com a dica anterior e com a funcionalidade de salvar as postagens mais interessantes. Essas coleções são feitas manualmente e você pode separar o assunto salvo por conteúdo.

Uma dica é separar por matéria. Assim fica mais fácil de encontrar depois para revisar e fixar melhor as informações. Além disso, as coleções evitam que você acabe perdendo algo importante no meio de diversas outras coisas.

Veja também: Como fazer para não atrapalhar os estudos com as mídias sociais

4- Sempre cheque as referências

As redes sociais podem ser de grande ajuda nos estudos, mas é preciso sempre checar a veracidade de tudo o que se encontra. Isso porque qualquer pessoa pode fazer um perfil e começar publicando, mesmo que seja algo que não condiz com a realidade ou sem comprovação científica.

Dessa maneira, sempre cheque as fontes para atestar a veracidade das informações. Caso a postagem não tenha nenhuma referência desconfie em dobro e procure na internet. Isso é de extrema importância para evitar erros que podem custar a sua nota.

5- Organize uma rotina de estudos

Uma rotina de estudos é algo essencial ao se estudar para o Enem. Por isso, ao definir as suas metas monte um pequeno cronograma sobre o que estudar diariamente.

Uma dica é estipular o tempo diário que será dedicado aos perfis educacionais. Depois disso você pode separar cada dia da semana para estudar ou revisar uma matéria, evitando confusões e fugas.

6- Siga perfis de educação

De nada adianta resolver estudar pelo Instagram e não acompanhar perfis que sejam voltados para esse fim. Atualmente existem inúmeras contas, algumas de sucesso, que são exclusivamente para ensino. A maioria delas é administrada por professores.

Por isso, procure seguir o máximo de perfis possível. Outra dica é diversificar o conteúdo e focar mais nas matérias que você possui maior dificuldade de aprendizado.

Quais as vantagens desse método?

Estudar por uma rede social pode parecer impossível para algumas pessoas. Contudo, essa é uma maneira bastante efetiva de aprender novos conteúdos, caso seja usada corretamente.

Desse modo, uma das principais vantagens das redes sociais é estar mais próximo dos estudantes, já que é possível ver as postagens instantaneamente. Além disso, existe a possibilidade de interagir com outros usuários e tirar dúvidas.

O método do studygram também permite que os estudantes tenham acesso ao conteúdo de qualquer local. É preciso ter apenas um celular ligado à internet.

Outra vantagem é a possibilidade de salvar integralmente o conteúdo que achar importante e ainda compartilhar com os amigos. Tudo isso sem precisar sair da rede social, através do chat nativo dela.

Por fim, o público mais jovem, que é a principal parcela de inscritos no Enem, têm uma maior afinidade com as plataformas digitais. Dessa maneira, estudar através da rede que você usa para conversar com seus amigos pode ser bem atraente.

E as desvantagens: Quais são?

Nem só de vantagens vive o studygram. Isso porque, como qualquer outro método de estudo, ele também apresenta algumas desvantagens que podem comprometer os adeptos.

A principal delas é a facilidade de perder o foco. Afinal, são bilhões de perfis e milhares de postagens por minuto chamando a atenção. Desse modo, caso você não tenha muita disciplina pode acabar deixando os estudos de lado para assistir os stories dos amigos.

Além disso, como pode ser acessada de qualquer lugar, uma das desvantagens é acabar protelando o cronograma de estudos. Isso é uma maneira de se sabotar, que pode comprometer o desempenho final.

Outra desvantagem está na ausência de apresentar fontes. Ou seja, qualquer pessoa pode fazer um perfil e começar a compartilhar conteúdo na plataforma, fazendo com que muitas vezes sejam disseminadas informações erradas.

Por isso, é importante seguir a dica quatro e sempre checar a veracidade de tudo o que lê. Principalmente nos casos em que as referências utilizadas não forem apresentadas.

Dicas de perfis para seguir na rede social

Você já viu dicas de como estudar pelo Instagram e quais as vantagens de utilizar esse método. Uma das principais dicas é começar a seguir perfis voltados para a educação e para facilitar a sua busca o Estudo Prático separou cinco perfis que estão bombando nas redes sociais e que vão te ajudar com os estudos.

Celular no Instagram

No Instagram é possível salvar as postagens e separá-las por assunto (Foto: depositphotos)

1- Professor Noslen

Noslen é um professor de língua portuguesa e de redação que administra um perfil no Instagram com mais de 120 mil seguidores. Na plataforma o docente dá dicas rápidas de português e de como estruturar uma redação. Além do Instagram, ele também possui um canal no youtube que leva o mesmo nome.

2- Matemática Rio

O perfil administrado pelo matemático e professor Rafael Procopio conta com quase 100 mil seguidores. No Instagram ele ensina matemática de maneira fácil e divertida, utilizando imagens e desafios que ajudam a relaxar os estudantes.

3- Paulo Valim

O fundador do projeto Ciência em Ação tem o objetivo ensinar matérias como química, física e biologia de maneira divertida e descomplicada. O perfil do professor conta com mais de 67 mil seguidores e pode ser encontrado no @plvalim.

4- Bio Explica

Administrado pelo professor e biólogo, Kennedy Ramos, o perfil do Instagram tem mais de 90 mil seguidores e é voltado para explicar os fundamentos da biologia de maneira leve. Para isso, ele costuma intercalar postagens divertidas e motivacionais com posts explicativos.

5- Coisas de Enem

A última dica de perfil para seguir é voltada completamente para quem deseja estudar para o Exame Nacional do Ensino Médio e já conta com cerca de 60 mil seguidores. No perfil podem ser encontradas postagens leves, para motivar os estudantes, dicas do que estudar e até mesmo curiosidades que podem cair na prova.

Veja tambémComo estudar inglês pelo celular?

Como não perder o foco?

Ficou interessado em aderir ao studygram, mas não sabe o que fazer para não perder o foco? Fique atento a mais algumas dicas que irão garantir o seu sucesso nesse método de estudo e boas notas nas provas.

A dica mais fácil de ser seguida é montar um segundo perfil apenas para estudo. Ou seja, faça um perfil paralelo ao seu pessoal e siga apenas pessoas que fazem postagens totalmente voltadas para educação. Isso irá ajudar você a manter o foco no conteúdo, já que não terá notificações ou postagens de amigos chamando atenção sempre que acessar a plataforma.

Além disso, com um perfil separado você pode salvar postagens e montar coleções com uma maior segurança. Além de poder fazer um grupo de estudo a parte, voltado a discutir e revisar o conteúdo que viu nas páginas que segue.

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segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

10 filmes franceses que todo cinéfilo precisa conhecer

Sabia que existe Pompoarismo Masculino? Conheça a técnica para melhorar sua vida sexual!

Você já deve ter ouvido falar do pompoarismo. Mas sabe da existência do Pompoarismo Masculino? Veja como ter orgasmos mais intensos e tratar a ejaculação precoce!

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O rompimento da barragem de Brumadinho não é acidente: é crime praticado pelas mineradoras e políticos

O rompimento da barragem de Brumadinho não é acidente: é crime praticado pelas mineradoras e políticos

Sem dinheiro e com muitas preocupações. Assim pegamos a estrada. Passaríamos o final de semana em Tiradentes para energizar janeiro, que já na primeira quinzena parecia ter girado uma centena de dias no calendário. Assim que chegamos fomos almoçar, e antes do fim da primeira cerveja uma cena marrom tomou a televisão do restaurante. Ficamos de pé. Ver para crer. Outra vez. O rompimento de mais uma barragem de rejeitos de mineração nos lançava na lama da desolação. Eu, que habitava meus problemas particulares de modo tão intenso, quase havia me esquecido de como as irresponsáveis e gananciosas mineradoras — e os políticos eleitos por nós — negligenciam nossas vidas.

Nosso grupo de viagem, Renata e eu (jornalistas), Eugênio (meu pai, historiador), meu marido Fabrício (biólogo) e a pequena Liz, filhota de um ano, todos nascidos e criados em meio às montanhas, testemunhávamos, de pontos de vista aguçados por nossas profissões, outro crime com precedentes, cometido pelas exploradoras do minério de ferro. Embora não tivéssemos nenhuma responsabilidade direta, o senso de cidadania unia nosso estarrecimento e latejava mudo em cada um de nós. E a mesma pergunta silenciosa urrava: até quando assistiríamos à mineração tendo aval no Legislativo, Executivo e na sociedade civil para matar pessoas e destruir o meio ambiente, impunemente e por dinheiro?

Sim, são assassinos. Acidente é algo improvável e imprevisível. Estamos há 17 anos registrando rompimentos bianuais de barragens em Minas Gerais, com causas específicas ou variadas, julgados em processos que nada concluem. Não é preciso ser especialista para saber que são mais do mesmo. Estão esburacando nossa terra para sustentar a industrialização de outras nações. Possuem licença para explorar sem medida tudo o que está aí e autorização legal para monitorarem sua segurança. Ineficientemente, dadas as mortes e estragos frequentes. Mas a justiça nunca é feita, e os desastres são tratados como isolados e incontroláveis.

Balela. Para mim, todo aquele que contribui para a manutenção desse esquema carrega consigo o cheiro do sangue. E é responsável pelo desequilíbrio ambiental do País, comprometendo, inclusive, o futuro de gerações. Não entendo como dormem, sabendo que milhares de famílias, histórias e ecossistemas foram dizimados pela busca insana do lucro. Fico transtornada, mas nem por isso me perco em minha passionalidade. Estudos corroboram minhas reflexões.

Para Bruno Milanez, doutor em Política Ambiental, Mariana anunciou Brumadinho em 2015. Isso só para falar dos últimos eventos. “O projeto Mar de Lama Nunca Mais já havia feito recomendações para o fim do automonitoramento das barragens pelas mineradoras. E como nenhuma providência havia sido tomada, a gente já discutia quando um novo rompimento aconteceria, porque era certeza que ele viria”. O especialista explica ainda, de forma didática, que as mineradoras ‘descuidam’ das medidas de segurança quando há baixa no preço do produto, e não associam as fragilidades de monitoramento e de licenciamento ambiental aos rompimentos. Para ele, existe uma “visão de mundo, no setor, que barragens não se rompem. E isso fez com que a Vale, por exemplo, construísse um restaurante logo embaixo de uma delas”.

Olha, Bruno, peço licença para atravessar seu pensamento com minha revolta construtiva e indago: uma empresa siderúrgica de porte internacional, com ações valorizadas em todo o mundo, tem como precaução a cultura da fé, porque a fé não costuma falhar? Honestamente, se isso é fato, eu me preocupo ainda mais. Porém, acredito muito mais no desrespeito generalizado aliado à certeza da impunidade garantida pelo ciclo corrompido, estruturado no Estado desde a época colonial. A equação é simples: mineradoras financiam políticos. Esses, em troca, abrem as pernas na concessão de licenças e leis de fiscalização especialmente frágeis. Chefes da mineração ocupam postos em entidades reguladoras da atividade e seguem defendendo os interesses do capital. Os moradores e trabalhadores são ignorados, até mesmo nas discussões sobre as ações de impacto em suas comunidades. São iludidos pela esperança de crescimento local e se apegam à máxima de que a vida vai melhorar, e apenas executam as ordens nas minas de metais e de votos. Sem saber, são o ouro mineiro contemporâneo, pois, através da suposta democracia, viabilizam a manutenção do sistema, independente do partido que vencer a eleição. É um mecanismo de doutrinação mentiroso, que só traz boa vida àqueles que estão no topo da montanha e que não morrem em desmoronamentos. É lamentável, e talvez, incorrigível.

Hoje estamos aflitos por Brumadinho. Os olhos do mundo voltados para mais uma tragédia em nossas Minas Gerais. É tudo tão desavergonhadamente esfregado em nossas caras que, às vezes, temos dificuldade de enxergar e agir. Sinto necessidade e obrigação de reagir. Escrever, denunciar, protestar. E, ao tentar fazer isso, como cidadã, jornalista e ativista, vislumbro um cenário de pouca mudança. A imprensa está presa ao seu papel de vender o drama sem comprometer-se demais. Grandes veículos são financiados por mineradores e seus parceiros. Municípios dependem da arrecadação da atividade para sobreviver. O Executivo e Legislativo, locais e nacionais, se rebaixaram tanto que já perderam, com as calças, a moral. Nativos precisam de comida e trabalho. Até ONGS, pesquisadores e artistas já dependeram em algum momento do dinheiro sujo de lama, em forma de patrocínios. Essas empresas da morte, sob o pretexto da prosperidade, criaram um mecanismo de exploração tão sofisticadamente ramificado que terminaram infiltrados em nossa (sobre)vivência. E tiram, pouco a pouco, nosso bem mais precioso: a força desbravadora e independente do mineiro, agora preso no minério. Aquilo que já foi nosso incentivo libertário hoje é o que nos torna cada vez mais impotentes. Como podemos nos movimentar e quebrar o ciclo? A triste verdade é que não sabemos mais como existir fora do esquema desse mercado.

O problema é que ainda há muita lama para rolar. E quem pagará o preço será sempre a parte frágil. É por isso que aquele silêncio incômodo, presente em nosso grupo de viagem, ainda dorme e acorda com a gente.

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Camisa Florida Masculina: + 10 modelos para você se insirarA camisa florida masculina é uma peça que está em alta – e também é a cara do verão brasileiro! Veja como usar e onde comprar.

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domingo, 27 de janeiro de 2019

Enjoei de viver

Enjoei de viver

— Encontraram mais dois corpos sem as cabeças.

— Caramba.

— Dois clientes a menos na sua cadeira.

— Isso não tem graça.

— Sou um homem simples com inquietações complexas. Sinto que o meu santo é fraco.

— Não diga isso. Você tem estudo. Por favor, não se mexa enquanto fala.

— Ouvi dizer que o governo ensandeceu de vez e vai priorizar o salve-se-quem-puder. Já tem deputado deixando o país com medo de ser linchado.

— Votei no Mister Jean.

— E eu no Mojo Filter. Meu discurso sofre de reiteradas quedas no senso comum. Isso é um saco. Veja, a minha principal meta para o ano é comprar uma arma. Trabuco na mão, Jesus Cristo no coração. Sou um desgraçado de muita fé.

— Não se esqueça que eu tenho a navalha. Mais um pio e corto a sua jugular.

— E perder gorjeta de um cliente generoso?

— Hoje, por causa do mau humor, você vai pagar dobrado. Ninguém merece.

— Ando descapitalizado, momentaneamente, desde que nasci. Mamãe bem que podia ter me parido ornitorrinco. Ao menos, eu teria garantida uma jaula decente num zoológico de Oakland.

— Procure um médico. Tem manchas aqui na sua cabeça.

— Nasci por descuido. Ser pobre é uma fatalidade que não desejo nem mesmo ao meu pior inimigo. Preciso de uma rifa, de uma ação entre amigos para comprar um pau-de-fogo.

— Não brinque com a pobreza. Seu cinismo me irrita. Ninguém mais tolera tanta violência.

— Que se dane. Entre mortos e feridos, no final das contas, ninguém se salvará. Como eu já disse, sou um homem de pouco valor. Quisera aplicar na bolsa. Mas, o meu negócio é carteira, você sabe. Bater carteiras, eis a minha empresa. Podia ter completado o Ensino Fundamental para investir nas ações da Taurus.

— Fundamentalmente, de onde é que você arranca tanta bobagem?

— Dói-me o siso. Preciso arrancar o dente e essa ideia fixa de matar o meu dentista de 55 com um 38. Tenho 27.

— 27 anos de enganação, eu suponho.

— Não me interrompa quando eu estiver mentindo. Como eu já disse, tenho 27. Se fosse roqueiro, morreria de overdose ainda este ano, com direito a uma estrela na calçada da fama e um buldogue defecando sobre a minha brilhante carreira.

— Fique quieto com essa cabeça.

— O problema é a droga. O segundo grande problema da humanidade é a droga.

— E qual seria o primeiro grande problema?

— Deus. Deus e as religiões.

— Cuidado com essa língua.

— Lamberia você de graça. Sabe, ao invés de liberar o bangue-bangue, o Estado deveria faturar em impostos ao permitir a venda de drogas em supermercados e lojinhas de conveniência. Sei que o meu ponto de vista pode parecer inconveniente.

— Põe inconveniente nisso. Vai lavar?

— Sim. Estou pagando. Você sabe ser gentil sem me deixar constrangido. Água gelada, por gentileza. Esse calor tá derretendo o meu juízo. E então: não vejo muita diferença entre um cara se chapando com uísque, crack ou santo daime.

— Está escrito que ao pó voltaremos.

— Prefiro Poe. Allan Poe. É o que eu sempre digo. Não compreendo essa necessidade inata do ser humano se entorpecer. O mundo é uma grande droga. Pra que mais? Caramba. Adoro essa massagem na cabeça. Deus lhe pague.

— Vai lhe custar mais 10.

— Faça pela nossa amizade.

— Não somos amigos. Anda escrevendo?

— Fundamentalmente, eu me tenho me ocupado com pequenos delitos nas linhas do metrô. Tenho as mãos limpas. Nunca matei um homem. Nunca usei um estilete que fosse. Certa vez, por mero descuido, gozei na testa de uma venezuelana e ninguém deu a mínima. Pensaram que eu fosse um doido qualquer aprontando mais uma das minhas. E ainda vociferam que não existe preconceito racial neste país.

— Que conversa sem-pé-nem-cabeça é essa? Vai secar o cabelo ou posso aplicar o gel?

— Gel. Passe o gel. Passe lá em casa. Vamos ouvir música. Hoje, eu me sinto o próprio Elvis.

— Elvis morreu e, mesmo assim, deve ter muito mais cabelo do que você, amigo.

— Alto lá. Não somos amigos.

— (suspiro) O trem tá feio.

— Segue o trem, todo santo dia, rumo ao inferno de nós mesmos. Já li esse tipo metáfora em tantos poemas que nem sei por que continuo a ler poesia.

— Terminamos. Você me deve 30.

— Entendo o seu espanto: “Um sujeito semianalfabeto que ainda lê livros”. Não há redenção à vista. Deve ser o preço dessa fissura, desse cansaço na lida, desse terrível vazio existencial que o crime não compensa, nem sob os subsídios governamentais, nem sob a anuência da sociedade, nem sob a graça de Deus.

— Vá se catar. Não tenho troco pra 100. Facilite as coisas.

— Posso pagar em cartão?

— Desde que não seja cartão de visitas, tudo bem.

— Nunca antes na história dessa barbearia, você fez um corte tão ruim na minha cabeça. Ficou péssimo.

— Mudei de ideia. Sente-se. Vou decapitá-lo.

— Seus olhos andam sem viço. Enxergo tristeza aí dentro. O que aconteceu, gracinha?

— Nada.

— O que houve, baby?

— Nada, eu já disse.

— Pela última vez, me diga o que está acontecendo, senão, eu nunca mais corto as minhas madeixas nessa adorável espelunca.

— Enjoei de viver.

— Enjoou de viver?

— Sim.

— O que isso significa, doçura?

— Pelo amor de Deus, não quero falar neste assunto.

— O que isso significa, criatura? Você tá doente? Descobriu um tumor? Tá devendo um milhão? Você surtou? Mas que porra é essa, Aparecida?

— Transação negada. Tem outro cartão?

— Só tenho esse. Posso pagar da próxima vez?

— E eu tenho escolha?

— Faça sexo comigo e ficaremos quites.

— Suma já daqui.

— Pode ficar tranquila. Não sou caloteiro. Apesar das minhas convicções políticas, não planejo me escafeder desta terra.

— Passe bem. Tenha juízo. Beijos na Glória.

— Quem é Glória?

— Pelo amor de Deus, saia.

— Ok. Obrigado. Vê se manda alguém consertar essa droga de TV.

— Não gosto de televisão.

Dias mais tarde, a morte de Aparecida foi o assunto mais comentado nos principais telejornais do condado. Justamente ela, que não assistia ao Datena e não precisou de um decreto presidencial para se matar com um 38. E ela nem tinha 27.

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Esparta e Atenas

Entre as cidades-Estado gregas destacaram-se Esparta e Atenas, por suas características específicas, que podem exemplificar…

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Como se diz “de nada” em inglês

Você saber como se diz “de nada” em inglês? Agradecer as pessoas que nos fazem qualquer espécie de favores ou gentilezas são uma das práticas mais necessárias e antigas da civilização e quando as colocamos em prática no dia a dia é natural que esperemos que nosso agradecimento seja aceito, que tenhamos a certeza que de fato não fora um incômodo para quem nos prestou uma gentileza fazê-la.

E a forma mais utilizada para responder agradecimentos em português é “de nada” ou “por nada”, a depender da sua prática linguística local. No momento de aprender uma nova língua, é importante que tenhamos em mente a forma como exercitar a educação e a cultura que nos foi ensinada da forma como a nova língua é falada. Esse texto vai te ajudar nisso:

Como se fala e se escreve de nada em inglês

O termo mais formal e utilizado de se dizer em inglês a expressão “de nada” é: YOU’RE WELCOME. Essa é a expressão pronta que os nativos geralmente têm inserida no léxico mental deles quando precisam responder algum agradecimento que lhes é feito.

A tradução literal nesse momento não vai lhe ajudar, levando-se em conta que se trata de uma expressão de significado universalmente aceito pelos falantes da língua. Se você tentar traduzir isoladamente o que a expressão significa, como resultado você irá encontrar: “você é bem-vindo”. Quando, semanticamente, para eles o significado será: DE NADA, como anteriormente você já havia sido informado. Logo, internalize a expressão junto ao significado e esqueça as palavras isoladas aqui.

De nada em inglês

O termo mais formal de agradecimento é “you are welcome” (Foto: depositphotos)

YOU’RE, forma abreviada do verbo to be, é a junção que significa: YOU ARE. Então, tanto faz no momento de pronunciar ‘’de nada” em inglês que você pronuncie: YOU ARE WELCOME, ou que pronuncie YOU’RE WELCOME.

O fonema para a pronúncia correta da expressão é: yo͝or ˈwelkəm. E, quando pronunciado em conjunto, a forma tônica sempre estará na primeira parte, no yo͝or.

Outras formas de se falar “de nada” em inglês

Como anteriormente explicitado “YOU’RE WELCOME” é uma maneira formal de se falar a expressão “de nada” em inglês. Existem outras formas, principalmente no inglês americano, que serão mais coloquiais e significarão a mesma coisa.

Por serem coloquiais, é mais provável que sejam as expressões que você ouça nas ruas, em filmes, séries e diversos contextos em que o inglês formal não seja exigível. E, as formas coloquiais que terão o mesmo significado de “de nada” em inglês são:

Veja também: Listas de verbos em inglês

My pleasure – soaria como: “o prazer foi meu”.

No problem – soaria como: “não tem problema em te ajudar”

No prob – soaria como: “sem bronca”, uma forma abreviada de dizer que não havia problema nenhum naquilo.

Yep – é uma resposta curta que pode soar muitas vezes quase mal educada e seria entendida após um ‘’ obrigado’’ como um “tá” ou um “ok”.

Sure thing – é uma resposta que vai soar como: “imagina”.

Any time – seria uma resposta que passaria a impressão de: “qualquer hora que precisar, conte comigo”. Para que se ganhe essa conotação, diferentemente do advérbio que se pronuncia junto, cada uma das palavras deve ser falada em separado.

Don’t mention it – ao ser pronunciada passa a impressão de que a ideia é: “nem precisa agradecer por isso”.

That’s ok – ao ser pronunciada passará a ideia de: “está tudo bem, não precisa agradecer”.

No, thank you – ao ser pronunciada você pode colocar uma ênfase maior no you para dar a ideia de que você é quem deveria estar agradecendo a depender do contexto, soa como: “não, obrigado à você”.

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Ouvido Absoluto: O Que é e Como Saber Se Tenho?

Oi, tudo bem? Desejo um dia incrível para você! Hoje vamos falar de um assunto muito interessante no meio musical… O que é Ouvido Absoluto? Como saber se tenho Ouvido Absoluto? É possível treinar o ouvido para alcançar a capacidade de falar notas musicais que são tocadas sem olhar e sem nenhuma referência?

Alguns músicos que possuem o ouvido absoluto são capazes que escutar algum som ou nota musical e dizer qual é a nota que foi tocada ou reproduzida, sem ter referência nenhuma.

Essa capacidade, classifica algumas pessoas como tendo o ouvido absoluto.

Mas, como saber se tenho o ouvido absoluto? É possível treinar essa técnica? O que é isso afinal?

Vou te responder essas três perguntas agora!

O que é Ouvido Absoluto?

Representação sobre o que é ouvido absoluto

Esse fenômeno que acontece com várias pessoas é mais voltado para um dom do que uma técnica musical. O Ouvido absoluto é o nome que se dá a pessoa que consegue dizer qual a nota musical que um som emitiu acusticamente, sem ter referência nenhuma.

Há pessoas que conseguem até cantar algumas notas em qualquer tom que lhe é pedido sem escutar nada anteriormente.

Essa pessoa também classifica o som pela altura que atinge, se é mais agudo ou mais grave mesmo que a diferença do som ou da nota musical seja pequena.

Existem algumas classificações dentro desse tema.

Ouvido absoluto passivo

A pessoa é capaz de identificar tonalidades de músicas e notas musicais que escuta mas não é capaz de reproduzir um som sem uma referência prévia.

Ouvido absoluto ativo

Consegue identificar tonalidades, notas musicais e solfejar ou cantar notas sem ter escutado uma referência.

Ouvido absoluto fino ou muito fino

Compreende todas as capacidades anteriores além de identificar desafinações muito pequenas que não são percebidas de forma comum e que são bem menores que a distância de um semitom.

Como saber se tenho ouvido absoluto?

Como saber se tenho ouvido absoluto

Para saber se você tem um ouvido absoluto, primeiramente peça para alguém tocar alguma nota num teclado, não olhe e tente dizer que nota foi tocada. Peça para que repita a nota algumas vezes, pois será a primeira vez que você está testando isso.

Se não conseguir peça que toque uma nota de referência, sendo a nota do tom de uma escala em que a nota que você precisa “adivinhar” esteja contida.

No último caso, peça para que a pessoa diga o tom, toque o tom e aí sim toque a nota que você precisa dizer.

Se você não conseguiu em nenhuma das alternativas e você não é músico e nem pensa em ser, não se preocupe, não há nada de errado ou ruim nisso.

Agora, se você é músico e não conseguiu em nenhuma das 3 opções, não se desespere, mas separe um tempo para treinar seu ouvido.

É possível sim, ter um ouvido treinado e bem trabalhado para falar notas que são tocadas.

Como treinar o ouvido para tocar músicas?

Como treinar o ouvido na música

Existem alguns estudos e treinamentos práticos que você pode fazer para melhorar a sensibilidade e a percepção musical quanto ao ouvido mas, é praticamente impossível sair do zero para alcançar um ouvido absoluto.

Mesmo assim, você poderá tirar música de ouvido, tocar qualquer música na hora sem uma cifra ou partitura se você estudar e praticar.

Leva tempo e dedicação, mas é possível!

Estude campo harmônico

Pegue algumas tabelas do Campo Harmônico Maior e do Campo Harmônico Menor e estude bastante todos os graus e acordes que estão contidos neles.

Priorize inicialmente, estudar e tocar o primeiro, quarto e quinto graus do campo harmônico.

Aprofunde seu conhecimento com a matéria musical de Harmonia Funcional para entender todos os sentimentos e sensações que sequência de acordes causam na gente.

Pratique as escalas no seu instrumento

Estudar escalas é realmente um ponto muito importante na vida do músico. Para isso, conheça os intervalos musicais para depois estudar e praticar as escalas maiores e as escalas menores.

Você vai perceber que seu ouvido ficará cada vez mais apurado.

Tire músicas de ouvido

Com os conhecimentos de Harmonia e Escalas você terá muita facilidade em tirar músicas de ouvido.

A dica é, comece escutando e tentando tirar o contra baixo na música, escolha uma música que você goste muito, selecione um trecho simples.

Repita várias vezes até conseguir. Confira se você acertou fazendo isso para a melodia do trecho primeiro e depois os acordes que foram gerados.

Aprofunde seus conhecimentos

É sempre importante procurar aprender mais e aprofundar os conhecimentos. Somos parceiros de curso de música online onde é possível aprender ou aprimorar sua técnica a partir da sua casa.

Na guitarra: O MB Guitar Academy do Marcelo guitarrista do Angra é uma excelente opção para quem deseja aprofundar as técnicas trabalhando o conhecimento na guitarra de maneira geral inclusive a percepção e o ouvido.

No contra baixo: Para quem é do contra baixo, sempre indicamos o Escola Para Baixista, que disparado é o melhor curso de contra baixo do Brasil.

No violão: Para os amigos do violão, as técnicas mostradas nas aulas do Rafael são surpreendentes. O Aula de Violão em Casa é impressionante.

No teclado: O Curso de Teclado Online mais incrível no Brasil principalmente para quem está começando é a melhor opção para a galera das teclas.

Conclusão

Não é possível ter um ouvido absoluto, a pessoa nasce com o ouvido absoluto. Mas, você consegue treinar seu ouvido para tocar e tirar a música que quiser.

O que você precisa fazer é seguir as dicas que eu passei aqui, treinar, estudar e procurar tirar muitas músicas de ouvido.

Com o conhecimento dos campos harmônicos já é possível tocar em qualquer tom pensando nos graus, somando o aprendizado de harmonia funcional e escalas musicais você conseguirá ter um ouvido de excelência.

Ter um ouvido absoluto não importa muito quando se tem um ouvido bem treinado com um dono que gosta de estudar música bastante.

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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Todos dizem que sou gay, mas não sou. Como faço pra mudar isso?

todos dizem que sou gayO que fazer quando sua heterossexualidade é questionada pelas pessoas que vivem ao seu redor

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Os 21 melhores desenhos animados que alegravam as manhãs dos anos 1980 e 90

Moda Masculina: regatas masculinas para usar em 2019

Moda Masculina: regatas masculinas para usar em 2019Entre as tendências de moda masculina para 2019, as regatas masculinas estão com tudo! Aprenda como usar e veja as melhores para comprar agora mesmo.

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Um pintor renascentista à altura de Leonardo da Vinci

Um pintor renascentista à altura de Leonardo da Vinci

Leonardo da Vinci é tido, seguramente, como o maior artista do Renascimento. Muitos não tergiversariam em afirmar: o mais importante de qualquer período da História da Arte. Opiniões tão categóricas costumam ser injustas, além de refletirem uma convenção que, por si só, não prova nada. Os termos de comparação não são óbvios (como sustentar isso em face de alguém tão diferente quanto Picasso, ou Marcel Duchamp, ou Kandinsky?) e os estudiosos do assunto podem não referendar a suposição. Quando menos porque a rivalidade pura e simples é um critério pouco nobre, em qualquer sentido. Interessam mais os “por quês” que permitem entender uma determinada obra do que sua popularidade imediata. Mas, apesar de ser um jogo imbuído de fartas doses de subjetividade, fazer comparações é algo inato e gostamos de fazê-las, nem que seja para o consumo próprio. Dito o que, Leonardo não está só, em seu tempo. Até possui um rival, à altura.

Em termos de importância para a cultura universal, o Renascimento Italiano só ficaria atrás da arte clássica dos gregos, influência basilar da própria Renascença, que volta às margens do Egeu em busca da fonte inesgotável. Em meio a esse furor criativo, algumas coisas se sobressaíram na segunda metade do chamado Quattrocento (ou Baixa Idade Média), época de transição para o mundo moderno. Quanto às artes plásticas do período, o cânone elegeu os contemporâneos Leonardo da Vinci, Michelangelo e Rafael acima dos demais, num contexto partilhado por figuras como Sandro Botticelli, Pietro Perugino, Donatelo, Filippo Brunelleschi, entre outros de assemelhada envergadura. Muitos não têm notícia dessa distinção consagradora, mas com certeza conhecem, além dos nomes, algumas das obras que fundamentam um juízo tão categórico. Elas integram nosso patrimônio comum tanto quanto o Papai Noel, de Haddon Sundblom ou a garrafa da Coca-Cola, de Raymond Loewy. O que poderia ser mais conhecido ou mais moderno?

Sabemos que a curiosidade infinita de Leonardo descambou seu interesse para uma série de coisas que é enjoativo repetir. Felizmente, nem vem ao caso. O talento para cientista e inventor em várias frentes agregou dimensões extras à sua inquieta personalidade, transcendendo as artes plásticas (chamadas hoje em dia “artes visuais”) e influenciando desmedidamente as opiniões sobre ele. Um talento tão multifacetado que chega a comprometer a imparcialidade de julgamento. Mas aqui não está em questão o seu gênio integral, e sim uma de suas manifestações, se bem que a mais destacada: a pintura e o desenho. Interessa-nos refletir apenas o artista, para assim haver um critério justo com os dois únicos concorrentes diretos, no mesmo campo de atuação.

Excluídas as demais facetas do célebre filho de Pisa (nascido na verdade no vilarejo de Anchiano), a tarefa para Michelangelo e Rafael continua difícil ao extremo. Se bem a quantidade de pinturas atribuídas a Leonardo seja notavelmente pequena — apenas 15 —, a de desenhos foi grande, e as duas produções conjuntas renderam maravilhas que fragilizam a distinção entre o simplesmente excepcional e o milagre, tamanho é o seu poder para gerar consensos, através dos séculos.

Quinhentos anos depois, uma certa pintura de Leonardo — inevitável dizer, a “Mona Lisa” (1503) — incorporou-se ao imaginário ocidental, transformando-se no ícone que é. Extravasou o estrito universo intelectual para descer ao nível das massas, tornando-se quase tão familiar hoje em dia quanto a Nike ou o Mc Donald. O que parecia improvável aconteceu: mais longe, ainda, neste sentido, foi a “Santa Ceia” (1495), que muitos de nós se recordadas imitações que ilustravam calendário sem exposição nos lugares mais insuspeitos do Ocidente católico: os lares humildes até do meio rural. Nossas avós analfabetas adoravam o “quadro”!, postas diante, sem o saber, da mais alta iconografia da cultura humana, que finalmente replicou-se em forma de artesanato, pulverizando-se por toda a parte. Refluindo um pouco, é possível que em escala de importância sobressaiam, a seguir, dois desenhos de Leonardo: o “Autorretrato” (1512) do artista e o “Homem Vitruviano” (1490). Teríamos relacionadas neste parágrafo as quatro invenções supremas do mestre.

Registre-se apenas que, apesar do seu imenso sucesso, a última não corresponde a uma criação inteiramente pessoal. O conceito foi estabelecido pelo arquiteto romano (e homônimo) Marco Vitruvio Polião, e Francesco Di Giorgio antecipou um desenho algo similar ao de Leonardo, do mesmo “Homem Vitruviano”, sugerindo-lhe talvez os desdobramentos formais.

Vamos, deste ponto, por uma escala ascendente. Seria querer demais que surgisse no mesmo período de aproximadamente 100 anos (no caso, o Quattrocento) outro pintor tão grande quanto Leonardo e Michelangelo, mas logo surgiu um candidato.

Seu modelo no início da carreira é Perugino, de cujo estilo absorveu muitas características. Um leigo facilmente confundiria os dois, tanto quanto poderia confundir Verrocchio com o discípulo Da Vinci. Seja como for, as madonas de Rafael são famosíssimas, (duas em particular: a “Virgem do Prado” (1505) e a “Madona do Pintassilgo” (1506),mas nenhuma delas alcançou aquela dimensão icônica para a cultura, dos artistas precedentes, embora tenha chegado bem perto. Seu tratamento da cor, vale registrar, é exuberante nessa fase da carreira. Ambicionando quem sabe a projeção dos mestres, o artista deixou ao menos uma obra largamente difundida, também valendo-se do afresco. Embora não tenha se popularizado ao nível da “Santa Ceia” e do conjunto da Capela Sistina, a “Escola de Atenas” (1509), em cujo epicentro debatem Platão e Aristóteles (isto é, o Idealismo e o Materialismo), é uma realização poderosa, sob todos os aspectos. Se sozinha ainda não basta para levar o artista tão longe, coloca-o um patamar além de todos outros pintores da Renascença, incluindo Botticelli.

Rafael (natural de Urbino) tinha apenas 26 anos quando executou seu próprio afresco: a mesma idade de Michelangelo quando esculpiu “Davi”. Mas faltou-lhe tempo para, quem sabe, criar outras maravilhas. Pode-se cogitar que não conseguiu realizar a proeza porque morreu precocemente, aos 37 anos. É instigante pensar que Leonardo, na mesma idade, não havia executado nenhuma daquelas de suas principais obras, ainda (a Michelangelo só faltaria o “Juízo Final”). Se morresse tão jovem quanto o pintor de Urbino, é possível que o gênio de Anchiano não o tivesse superado enquanto artista. O que Rafael nos prometeu e não cumpriu, então? O que ainda teria feito, se vivesse os 67 anos do primeiro mestre ou os 88 do segundo? Para a história, porém, não interessam hipóteses improváveis, mas apenas fatos (afirmação altamente controversa), e Rafael, se é o terceiro grande mestre do Renascimento, não chegou a ameaçar a primazia dos seus concorrentes, como fazem entre si mesmos. Teve o favor da tradição, que o colocou entre Leonardo e Michelangelo, mas é um par meio deslocado entre os dois velhos, que bem poderiam tratá-lo como o que realmente foi: um jovem privilegiado.

Um degrau além e chegamos à tese polêmica: terá sido necessário a Leonardo reunir as quatro obras-primas que mencionamos para, em perspectiva, ombrear Michelangelo Buonarroti. Estamos pensando muito particularmente na Capela Sistina, cujo afresco de duas partes foi iniciado em 1508 e concluído apenas em 1541. E olha que o mestre florentino era, por ambição, mais escultor do que pintor!

Diz Renée Arbour: “Miguel Ângelo não é um pintor, é um escultor que utiliza os pincéis como utilizaria o escopro ou o martelo”. Tão excepcional foi o personagem que podia esnobar sua faceta de pintor em benefício das massas e volumes do mármore, de onde extraiu outras grandezas, que revelam parte do gênio que estava destinado a ser. A despeito de seus desenhos (nenhum dos quais ficou tão conhecido quanto os de Leonardo), foi na pedra que Michelangelo agigantou-se com a criação em sequência da “Pietá” (1499)e de “Davi” (1501), suas primeiras obras-primas. Possivelmente não são tão associadas pelo público médio ao próprio criador quanto a “Mona Lisa” o é, mas desafiam folgadamente o “Autorretrato” e o “Homem Vitruviano”, ainda que o gênero utilizado para a realização de tais obras tenha sido outro (desenho e não escultura).

“Pietá” e “Moisés” (1513) estão respectivamente um pouco abaixo de “Davi” e dos afrescos da Sistina, obras mais refulgentes, mas integram nosso imaginário em torno do que vem a ser o suprassumo de Michelangelo. E se no conjunto aqueles afrescos não transmitem a mesma noção de unidade que a “Santa Ceia” (devido ao caráter narrativo e não apenas cênico, e à adoção de dois estilos diferentes pelo artista), um detalhe central da obra a coloca indiscutivelmente no mesmíssimo patamar da Gioconda e da “Santa Ceia”: “A criação de Adão” (1513). Presume-se que não seja uma obra tão popular quanto as duas principais de Leonardo, mas é tão genial quanto. No geral, a originalidade escandalosa dos corpos nus e sua dimensão titânica (ao contrário das figuras angelicais de Leonardo e de Rafael) não oculta que ainda é o estilo clássico que aí impera. Só que, ao contrário dos pares, Michelangelo pertence ao mesmo tempo à Renacença e à modernidade, que inaugura: é o pai do Manerismo.

Com o “Juízo Final” ele supera os concorrentes e abre as portas de uma nova era na pintura. Pioneiro da arte como expressão, desaguará em Tintoretto, Rubense daí por diante, até estertorar nas tempestades de Delacroix. Uma influência avassaladora que, no terreno comum, é mais decisiva que a de Da Vinci e Rafael, cultores do equilíbrio clássico que aos revolucionários modernos soava ultrapassado e inconveniente. Repercutiram no Classicismo francês e similares, ao passo que Michelangelo segue na direção inversa. Há nele uma tensão que calha muito bem com certas tendências espirituais subsequentes, a começar do Barroco, com suas infinitas angústias (o exemplo de El Greco). Distante do universalismo das cortes absolutistas, vamos enxergar sua magnitude até as raias do Romantismo, perturbando a ordem estética e aquela outra ordem: a política. São desdobramentos terríveis ao longo de três séculos, onde a paz celestial é abalada pelas incandescências do inferno.

Um pintor renascentista à altura de Leonardo da Vinci publicado primeiro em https://www.revistabula.com



Sistema tegumentar

O sistema tegumentar é formado pela pele e seus anexos, tais como: glândulas, pelos, cabelos, unhas, escamas e receptores sensoriais. De modo geral, é um sistema super importante devido a suas funções, principalmente quando se trata da proteção do nosso corpo.

Boa parte do sistema tegumentar é formado pelo tecido epitelial. Em biologia, tecidos são conjuntos de células que atuam de forma integrada, de modo a desempenhar funções específicas. Alguns tecidos são formados por células de mesma estrutura, enquanto outros são formados por células com diferentes formas e funções que, juntas, colaboram na realização de uma função geral maior.

Sistema tegumentar e o tecido epitelial

O tecido epitelial reveste e protege o corpo externamente, forrando cavidades internas, fabricando secreções que lubrificam a pele, absorvendo alimentos no intestino e recebendo estímulos do meio ambiente. Diante de suas funções, da forma de suas células, o tecido epitelial pode ser de revestimento ou glandular.

Pele

Tecidos são conjuntos de células que atuam de forma integrada (Foto: depositphotos)

Epitélio de revestimento

Apresenta células justapostas, praticamente desprovidas de substâncias intercelulares e suas células apresentam formas variadas, de acordo com a função que desempenham, tais como: cilíndrica, cúbica ou achatada. Quanto ao número de camadas celulares podem ser classificados em: simples, estratificado, pseudoestratificado e de transição.

As principais funções do epitélio de revestimento são:

  • Proteção: protege o corpo contra atritos, desidratação, substâncias tóxicas presentes no meio ambiente e da entrada de microrganismos (bactérias e vírus)
  • Absorção: mucosa interna dos intestinos
  • Transporte: de gases nos alvéolos pulmonares

Epitélio glandular

O epitélio glandular é formado por células especializadas na produção de secreção através das glândulas exócrinas ou de secreção externa. Essas glândulas apresentam ductos por onde secretam substâncias para fora do organismo, como as glândulas sudoríparas e lacrimais ou secretam para o interior de um órgão oco, como as glândulas salivares e as digestivas.

Também pode ocorrer secreção através das glândulas endócrinas. Essas glândulas não possuem ductos e lançam suas secreções diretamente no sangue. Por isso, suas secreções são chamadas de hormônios. Exemplos: gônadas, tireoide e hipófise.

Veja também: Por que nossa pele fica enrugada? Descubra

Existem também as chamadas glândulas mistas, que são aquelas que tanto apresentam ductos excretores, como produzem hormônios, atuando como glândulas endócrinas e exócrinas ao mesmo tempo. O exemplo mais comum é o pâncreas, que em sua ação exócrina, produz suco pancreático, que lança no duodeno (porção inicial dos intestinos). E a sua ação endócrina produz os hormônios glucagon e insulina, que são lançados diretamente no sangue, controlando a taxa de açúcar no mesmo.

Conhecendo melhor a pele humana

A pele humana é formada basicamente por três camadas: a epiderme (camada mais externa), a derme (camada interna) e a hipoderme (localizada abaixo da derme).

Epiderme: a epiderme tem origem ectodérmica e suas células apresentam-se de forma estratificada, que reveste todo o corpo do ser humano. Ela faz parte da pele, que é considerado o maior órgãos do corpo, representando cerca de 16% do peso de uma pessoa adulta. A epiderme atua como uma estrutura que protege o corpo do atrito, da dessecação e da entrada de microrganismos. Ela possui de dez a trinta camadas de células, que têm a espessura aproximada de uma folha de papel.

A superfície da epiderme é formada de células mortas e impregnadas de queratina (proteína resistente e impermeável). As mais profundas são vivas e se reproduzem constantemente por mitose, sendo empurradas para fora. Chegando a superfície, são queratinizadas e morrem.

Na epiderme também podemos encontrar as células chamadas de melanócitos. Os melanócitos se integram à composição da pele entre a 12ª e a 14ª semana de gestação. São células grandes que produzem melanina, pigmento marrom escuro que tem função protetora contra a ação dos raios ultravioleta. Esse pigmento atua como um dos fatores responsáveis pela cor da pele: quanto maior a quantidade de melanina, mais escura será a pele, ocorrendo o mesmo com os pelos.

Derme: Abaixo da epiderme encontra-se a derme, de origem mesodérmica e que apresenta vasos sanguíneos, corpúsculos sensoriais e táteis, terminações nervosas (receptores de dor), receptores de frio e calor, glândulas sebáceas e canais das glândulas sudoríparas.

Hipoderme: Abaixo da derme encontra-se a hipoderme. Nela se encontra as glândulas sudoríparas, já em contato com o tecido conjuntivo. Nessa camada se situa o tecido adiposo subcutâneo, uma camada de gordura cuja espessura é variável.

Curiosidades sobre a renovação dos epitélios

A mitose é um processo frequente nas células epiteliais, que têm vida curta e precisam ser constantemente renovadas. A velocidade dessa renovação varia de epitélio para epitélio. As células que se renovam mais rapidamente são as do epitélio intestinal: entre 2 e 5 dias são substituídas por células novas. As que se renovam mais lentamente são as células do pâncreas, que demoram cerca de 50 dias para serem substituídas.

Na pele, a renovação da epiderme ocorre em média a cada 30 dias. No couro cabeludo, pode ocorrer uma disfunção em que a descamação de parte da epiderme acontece a cada 3 ou 4 dias. Assim como outros tecidos, os epitélios podem sofrer metaplasia, que é a substituição patológica de um tipo de tecido por outro.

No caso de fumantes crônicos, por exemplo, o epitélio pseudoestratificado ciliado da traqueia e dos brônquios pode se transformar em pavimentoso pela ação irritante dos elementos presentes na composição do cigarro. Essa transformação altera a função desses órgãos, trazendo prejuízos à saúde.

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Os apêndices da pele

As unhas, os cabelos, os pelos e os receptores sensoriais são considerados apêndices da pele ou apêndices epidérmicos. As unhas têm como função proteger a ponta dos dedos, pois são rígidas e queratinizadas. Elas também facilitam os movimentos mais finos, dando melhor precisão. As unhas crescem cerca de 0,1 mm por dia.

Os pelos são encontrados em quase toda a superfície do nosso corpo. Os pelos e cabelos consistem em uma parte livre, chamada haste e de uma parte dentro do folículo, denominada raiz. Também são estruturas repletas de queratina e melanina.

A pele também tem uma importante atuação em relação aos sentidos. Através de receptores sensoriais ou sensitivos, podemos responder aos sinais de frio, calor, temperatura, pressão, vibração, coceira, dor, sensações sexuais, etc.

Referências

» MENOITA, Elsa; SANTOS, Vítor; SANTOS, Ana Sofia. A pele na pessoa idosa. Associação amigos da grande idade. [periódico na internet], 2013.

» JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Capítulo 18: Pele e Anexos. Histologia Básica-9º Edição, 1999.

» GUEDES, A. C. M.; FURTADO, T. Pele e anexos. BRASILEIRO FILHO G, 2011.

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