sexta-feira, 1 de maio de 2020

10 filmes para ver Netflix e viajar sem sair de casa

Segundo a ciência, as pessoas que gostam de viajar com frequência possuem um gene diferente, chamado “wanderlust”. Para ajudar os leitores que são viciados em viagens, mas estão impossibilitados de sair de casa no momento, a Bula reuniu em uma lista dez filmes e documentários disponíveis na Netflix que mostram detalhadamente alguns dos lugares mais bonitos do planeta.

10 filmes para ver Netflix e viajar sem sair de casa

Está comprovado pela ciência que as pessoas que adoram viajar são diferentes: elas possuem o gene “wanderlust”, ou DRD4-7R, ligado ao desejo de se conhecer novos lugares. Para ajudar os leitores que são viciados em viagens, mas estão impossibilitados de sair de casa, a Bula reuniu em uma lista dez filmes e documentários disponíveis na Netflix que mostram detalhadamente alguns dos lugares mais bonitos do planeta. Entre os selecionados, destacam-se “Mountain” (2017), de Jennifer Peedom; e “The Fundamentals of Caring” (2016), de Rob Burnett. Os títulos estão organizados de acordo com o ano de lançamento.

Imagens: Divulgação / Reprodução Netflix

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Ayrton Senna: a imagem do último brasileiro romântico do esporte

Ayrton Senna não era um piloto de origem humilde que lutou contra injustiças e venceu na vida. Dificilmente haverá uma história dessas no cenário da Fórmula 1. Mas a sua obstinação, seu jeito simples e, principalmente, o seu tino para lidar com a mídia eram fundamentais para a identificação do brasileiro médio com os seus feitos.

Ayrton Senna: a imagem do último brasileiro romântico do esporte

No final da temporada da Fórmula 1 de 1987, os horizontes brasileiros estavam a cintilar. Nelson Piquet foi o grande campeão do ano, com a sua Williams Honda, e o terceiro colocado havia sido Ayrton Senna, com sua lendária Lottus. Porém, de mudança para a McLaren e em busca de um novo patamar na carreira, Senna desapareceu da mídia no intervalo que se compreende entre o final de um campeonato e o início do outro. Em seu retorno, explicou o ocorrido: havia sumido para ver se Piquet “aparecia”, pois não fazia sentido o compatriota ser tricampeão e ser ele sempre o centro dos holofotes. Ironia sennística da mais fina. O arquétipo de um ser humano desafiador e destemido por natureza, mas bem distante da imagem de santo cristalizada nos dias atuais.  

O questionamento inicial é inevitável: por qual motivo Ayrton Senna é tão aclamado e venerado, tendo o mesmo número de títulos de Nelson Piquet? O começo de uma possível explicação talvez possa vir das palavras do próprio Ayrton. Segundo ele, em entrevista ao programa “Roda Viva” à época, Nelson vivia no exterior e, apesar de carregar as cores do Brasil, não vivia a realidade do país. Essa resposta simplista, questionando o amor de Piquet ao seu próprio país, demonstra a maneira que Senna incorporava a alma da população. Não bastava ganhar; deveria vencer e exaltar as suas cores de origem.

Surge, então, o foco do debate. Ayrton Senna não era um piloto de origem humilde que lutou contra injustiças e venceu na vida. Dificilmente haverá uma história dessas no cenário da Fórmula 1. Mas a sua obstinação, seu jeito simples e, principalmente, o seu tino para lidar com a mídia eram fundamentais para a identificação do brasileiro médio com os seus feitos. Perceba-se que, até o início de 1988, Senna não era campeão ainda, Piquet já possuía três títulos e Emerson Fittipaldi era bicampeão. Porém, no imaginário nacional, o herói era Senna. O escolhido do povo.

Nesse sentido, a questão gira em torno da áurea construída pelo próprio Ayrton. O intuito era vencer. Não importava se em uma temporada avassaladora, como em 1991, ou se em um final de título controversa, como em 1990 — uma amostra de seu instinto vingativo que não titubeava em tirar um rival das pistas. A construção mitológica do que hoje conhecemos sobre Ayrton foi desenvolvida por ele próprio com ajuda da Rede Globo. Cada entrevista emblemática, a simbiose com a bandeira nacional e as atitudes beirando o heroísmo não eram de todo natural. Ele sabia onde queria chegar.

A temporada de 1993, cujo desfecho era antevisto antes mesmo de seu início, é por muitos considerada como a sua melhor. No braço, com motor e carros que não correspondiam, pode-se dizer que Ayrton correu mais do que seu próprio equipamento MP4/8-Ford. Alcançou sete vitórias e um incrível vice-campeonato à frente do outro piloto da imbatível Williams. E é essa a questão com Senna: ele buscava o brilho em condições adversas, com menos carro, voando na chuva, contra os comandantes da Fórmula 1 ou sua própria segurança. É a tal mística que martela no coração dos brasileiros. Qualquer outra vicissitude não retira o mérito de seu brilho.

A diferença com Piquet parece mais simples do que se possa imaginar: Nelson não se importava com o seu personagem. Era tão competitivo quanto Ayrton, com a genialidade nas pistas tão inigualável quanto qualquer outro gigante, mas que não tinha a mesma pressa em alcançar as coisas. Segundo o próprio Piquet, deveria haver um respeito aos passos na modalidade e Ayrton se achava predestinado a ser o melhor de todos. Senna tinha a pressa e queria tudo antes do seu tempo. Eram duas pessoas diferentes, com gostos distintos e objetivos pouco semelhantes. Piquet almejava apenas ser campeão do mundo. De comum, a curva Tamburello, motivo de um acidente que fez Piquet perder boa parte da profundidade da visão em 1987 e tirou a vida de Ayrton em 1994. Senna queria conquistar não apenas as pistas, mas um lugar como herói no coração do povo brasileiro. No final das contas, ambos lograram êxitos em seus focos de vida. E com muitos louvores.

Fotografia: Instituto Ayrton Senna / Wikimedia Commons

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10 filmes sobre gastronomia na Netflix que vão te deixar com fome

A Bula reuniu em uma lista dez filmes e documentários disponíveis na Netflix que vão encantar os que gostam de culinária. Os longas selecionados abordam temas gastronômicos, mesmo que indiretamente, e possuem cenas de iguarias de diferentes lugares do mundo, que podem deixar o espectador com fome.

10 filmes sobre gastronomia na Netflix que vão te deixar com fome

Termo recentemente popularizado, o food porn se refere às imagens e vídeos de alimentos que deixam o espectador com vontade de comer o que está na tela. Para os que se interessam por culinária, a Bula reuniu em uma lista dez filmes e documentários disponíveis na Netflix que abordam temas gastronômicos, mesmo que indiretamente, e possuem cenas no estilo food porn. Entre os escolhidos, destacam-se “Arrasando na Cozinha” (2017), de Raymond Yip; “Sushi a La Mexicana” (2015), de Anthony Lucero; e “Jiro Dreams of Sushi” (2011), dirigido por David Gelb. Os títulos foram organizados de acordo com o ano de lançamento e não seguem critérios classificatórios.

Imagens: Divulgação / Reprodução Netflix

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Estudiosos indicam que, depois de hospitais, shoppings e academias são os piores locais de contágio

Um estudo publicado na “Clinical Journal of Sport Medicine” mostrou que objetos inanimados estão entre os principais focos de contágio. Segundo a pesquisa, 63% dos equipamentos de academia estão contaminados com vírus. Nos shoppings não é diferente: nesses ambientes, as aglomerações são naturais e, portanto, há um grande perigo de contaminação, já que é praticamente impossível evitar o contato com fatores de risco, como a umidade.

Estudiosos indicam que, depois de hospitais, shoppings e academias são os piores locais de contágio

Encontrar um meio-termo entre as imprescindíveis precauções diante da pandemia e as necessidades de uma economia de mercado talvez seja um dos maiores desafios de nossos tempos. Não à toa, shoppings centers e espaços de exercícios físicos de todo o país fazem pressão pela reabertura de suas portas, exigindo posições das autoridades locais e insinuando haver um verdadeiro terrorismo psicológico em torno da contaminação pela covid-19. Porém, apesar de os apelos serem bastante compreensíveis, a opinião de estudiosos e cientistas indica que esses locais são realmente os mais propícios para a proliferação da doença. Daí a ponderação não ser apenas uma decisão política: é praticamente uma questão de vida ou morte.

O isolamento social causa claros incômodos à população. A despeito disso, o longo período de quarentena tem como finalidade alcançar uma diminuição na curva de contaminação, afastando a possibilidade de colapso nos sistemas de saúde. Esse afastamento do convívio normal em sociedade, aliás, mostrou-se bastante eficiente em países como Paraguai e Nova Zelândia, onde as taxas de mortalidade são baixíssimas. Ratificando esse entendimento, o próprio presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que sempre foi reticente quanto ao confinamento como medida profilática, demonstrou atualmente concordar com seus resultados, haja vista seu recente pronunciamento no Twitter, em que ponderou sobre o alto preço a ser pago pela Suécia ao não adotar medidas de isolamento.    

O lazer e a diversão fazem parte do cotidiano das pessoas. A prática de exercícios físicos e a socialização em ambientes agradáveis indubitavelmente estão entre as recomendações para se ter uma vida saudável. Por isso, frequentar academias e shoppings, mais do que um hobby, acaba sendo um considerável fator positivo para o aumento da qualidade de vida, contribuindo para a homeostasia corporal.  Mas isso se dá nas condições normais da sociedade humana, o que não corresponde à atual realidade, com o surto do coronavírus. A adoção das medidas restritivas, apesar dos efeitos colaterais para o corpo e de alguns agravantes indesejados — aumento da violência doméstica e o surgimento de distúrbios psicológicos —, são necessárias e urgentes.

O pesquisador e médico Matthew Faiman, em artigo publicado na seção de notícias da “Cleveland Clinic”, afirma que quando pessoas são colocadas em grandes grupos em ambientes fechados, como academias e shoppings, com condições propícias para que haja contato com gotículas resultantes de tosses ou espirros, há uma maior tendência de propagação de vírus. A norte-americana Saskia Popescu, epidemiologista especialista em prevenção de infecções e pesquisadora de biodefesa, em entrevista para o site de notícias “Vox” afirma que as academias “podem ser lugares difíceis para se manter distanciamento social, e a frequência de contato com superfícies e equipamentos compartilhados faz com que elas sejam especialmente desafiadoras para os esforços de prevenção da infecção”.

No site do “Centers for Disease Control and Prevention” é possível encontrar uma longa explanação sobre a relação direta da proximidade entre as pessoas com os índices de disseminação de vírus. Em uma seção intitulada “Por que praticar o distanciamento social?” há o alerta para as formas imprevisíveis de contágio, como o toque em superfícies e objetos contaminados ou a mínima comunicação estabelecida entre os indivíduos, sejam eles sintomáticos ou não. Assim, ainda que as pessoas nos shoppings ou nas academias mantenham considerável distância entre si, é muito provável que tenham contato com objetos infectados, e que em algum momento levem as mãos ao rosto. No caso de academias, ainda existe o agravante de que os aparelhos são usados por todos e nem sempre são perfeitamente limpos a cada troca de usuário.

Um estudo publicado na “Clinical Journal of Sport Medicine” mostrou que objetos inanimados estão entre os principais focos de contágio. Segundo a pesquisa, 63% dos equipamentos de academia estão contaminados com vírus. Nos shoppings não é diferente: nesses ambientes, as aglomerações são naturais e, portanto, há um grande perigo de contaminação, já que é praticamente impossível evitar o contato com fatores de risco, como a umidade.

O desgaste com a quarentena é intensificado pela necessidade inata ao homem de estar entre seus pares. O comércio, por motivos óbvios, sente o impacto com a queda na circulação de pessoas e tende a pressionar para que haja afrouxamento das condições estabelecidas pelas autoridades. Mas, no momento, diante das incertezas quanto ao pico da doença no país, não existe recomendação mais saudável do que a de permanecer em casa. É nesse sentido que apontam os estudiosos e também os casos de sucesso ao redor do globo.

Shoppings e academias podem se recuperar após qualquer período difícil. Mas a vida humana, ao contrário das esteiras de corrida, não possui os botões de stop e continue. Ela é uma só.

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Os 10 melhores filmes que estreiam em maio na Netflix

Em maio, muitas novidades chegam ao catálogo da Netflix. Entre filmes e séries, serão mais de 50 estreias. Considerando apenas os longas, a Bula reuniu em uma lista os dez melhores lançamentos do mês. A seleção abrange tanto os grandes clássicos do cinema quanto as novas produções originais do serviço de streaming.

Os 10 melhores filmes que estreiam em maio na Netflix

Em maio, mais de 50 produções serão adicionadas ao catálogo da Netflix. Considerando apenas os filmes, a Bula reuniu em uma lista os dez melhores lançamentos do mês. A seleção abrange tanto os grandes clássicos do cinema quanto os novos longas originais do serviço de streaming. Entre os títulos já consagrados, destacam-se “Psicose” (1961), de Alfred Hitchcock; e “A Ilha do Medo” (2010), de Martin Scorsese. Nas novidades, a maior aposta é “Dias Sem Fim” (2020), dirigido por Joe Robert Cole. Os longas estão organizados de acordo com o ano de lançamento e não seguem critérios classificatórios.

Imagens: Divulgação / Reprodução Netflix

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