sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

As 10 fotos mais curtidas da história do Instagram

As 10 fotos mais curtidas da história do Instagram

O Instagram é considerado a maior e mais influente rede social de compartilhamento de imagens do mundo. Ele foi criado em 2010 por Kevin Systrom e Mike Krieger, e rapidamente ganhou popularidade, adquirindo centenas de milhões de usuários em pouco mais de dois anos. Em 2018, o aplicativo contava com mais de um bilhão de usuários ativos no total — dentre os quais ao menos 50 milhões eram brasileiros. Tamanha popularidade é refletida nas páginas oficiais dos famosos na rede social. Uma única imagem postada por eles, que normalmente possuem milhões de seguidores, alcança um número impressionante de curtidas. A Bula reuniu em uma lista as fotos do Instagram que receberam as maiores e mais expressivas quantidades de likes.

1

A foto de um ovo

O perfil “Egg Gang”
quebrou o recorde de curtidas no Instagram com a foto de um ovo. A conta foi
criada para tirar o recorde da socialite Kylie Jenner, que mantinha o primeiro
lugar do ranking desde fevereiro de 2018. Os usuários da rede social foram
convocados para se unir ao projeto e, até o momento, um simples ovo já
conseguiu mais de 53,7 milhões de curtidas, ultrapassando as 18,7 milhões da
foto de Kylie.

2

Anúncio do nome da filha
de Kylie Jenner, Stormi

A personalidade de
televisão e empresária americana Kylie Jenner, que ficou famosa ao aparecer no
reality show “Keeping Up with the Kardashians”, bateu o próprio recorde de
curtidas no Instagram ao postar uma foto anunciando o nome de sua filha, Stormi
Webster.

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stormi webster 👼🏽

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3

A última foto de XXXTentacion

O rapper XXXTentacio
morreu no dia 18 de junho, com apenas 20 anos, após ser baleado na Flórida,
EUA. Sua morte precoce movimentou a internet e sua última foto no Instagram é
uma das mais curtidas da rede social.

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LOVE IS WAR

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4

Campanha para plantação
de árvores

A marca de roupas Tentree
lançou um desafio no Instagram: fazer o post mais ecológico do mundo. Se a foto
atingisse cinco milhões de likes, a empresa iria plantar 500 mil árvores. O
resultado foi alcançado e as árvores serão plantadas na Indonésia. A próxima
meta, de 20 milhões curtidas, está perto de ser batida.

5

Foto de Jennifer Aniston com elenco de Friends

Jennifer Aniston chegou no Instagram quebrando um recorde: ela conseguiu um milhão de seguidores em apenas 5 horas e 16 minutos. Sua primeira foto, com os colegas do elenco de Friends, também é uma das mais curtidas da rede social. Atualmente, acumula 15,4 milhões de likes.

6

Casamento de The Rock

O ator Dwayne Johnson, mais conhecido como The Rock, é uma das personalidades mais queridas no Instagram atualmente. No dia 19 de agosto de 2019, ele postou a foto de seu casamento com Lauren Hashian, com quem já vivia há dez anos. A imagem acumulou mais de 14,7 milhões de curtidas.

7

Selena Gomez com as amigas no México

A cantora Selena Gomez viajou com algumas amigas para Cabo San Lucas, no México. Elas foram celebrar a despedida de solteira de Courtney Barry. “Minha melhor amiga vai se casar, então nós fomos comemorar!”, escreveu Selena na legenda da foto.

8

Foto de Selena Gomez na Itália

Em julho, a cantora Selena Gomez foi comemorar seu aniversário com alguns amigos em Roma. Ao registrar sua viagem, ela entrou mais uma vez na lista dos recordistas do Instagram. “Tentando desesperadamente parecer um filme de Fellini”, disse ela na legenda da foto, que tem mais de 14,3 milhões de curtidas.

9

Kylie Jenner e Travis Scott posam para a Playboy

Kylie Jenner e seu marido, Travis Scott iriam estampar uma edição especial da “Revista Playboy”. No dia 10 de setembro de 2019, ela postou uma prévia do ensaio fotográfico. Na foto, ela aparece totalmente nua, abraçando o marido. A imagem recebeu mais de 13,9 milhões de likes.

10

Foto em família de Kylie Jenner

No dia 26 de abril, Kylie Jenner postou uma foto inspirada no filme “Vingadores: Ultimato”. Ela se vestiu de Capitã Marvel e seu marido, Travis Scott, de homem de ferro. A pequena Stormi foi fantasiada de Thor. A foto acumulou mais de 13 milhões de curtidas.

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happy end game everyone

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Como destruir seu Réveillon

Como destruir seu Réveillon

Gente que tem o péssimo hábito de viver em
São Paulo realiza um desagradável ritual no final de cada ano: “descer” pra
praia no Réveillon. Só pode ser problema de cabeça.

Quando “desce” para o litoral, você
finalmente entende a Teoria da Relatividade. A percepção do tempo muda a partir
do seu lugar no espaço. A distância entre São Paulo e Ubatuba é de 250
quilômetros e pode ser percorrida em três horas. No final de ano, o percurso leva
20 horas. No mundo normal, num período de, digamos, seis horas, você almoça,
vai ao cinema, passa na livraria, volta para casa e dá uma espiada numa nova série
de TV. Na estrada, nesse mesmo tempo você percorreu 50 quilômetros.

Uma vez na praia, você pode finalmente se
livrar do seu complexo de culpa pequeno-burguês e se sentir um flagelado da
seca. Suado e sujo, você anda na areia quente carregando uma montanha de
tranqueiras: guarda-sol, isopor, baldinho, pazinha, cadeira, bolsa, esteira, bronzeador
e chapéu de palha. Pra experiência ficar ainda mais autêntica, só falta arrumar
uma cadela e batizar de “Baleia”.  

Finalmente instalado na areia quente, debaixo
de um guarda-sol incapaz de fazer sombra, a tradição manda que você ingira
alguma gororoba pingando óleo de trinta frituras enquanto entorna vários litros
de cerveja aguada. Não perca tempo procurando uma witbier, uma Weiss ou uma
IPA. Esse tipo de frescura não combina com o ambiente. Cerveja na praia só tem
duas: Skoll e Itaipava. Ambas servidas à temperatura ambiente, que é de 40
graus à sombra.

No guarda-sol à esquerda, tem sempre um bando de gente tatuada escutando funk.  À direita é a mesma coisa, só que eles escutam sertanejo. A praia pode estar entupida de gente, mas você jamais — nunca, ever, em hipótese alguma — verá alguém ouvindo Miles Davis. É só funk e sertanejo.

Mas escutar música ruim e tomar cerveja quente até que faz sentido, pois só existe uma maneira de ser feliz nesse ambiente dantesco: ignorar vozes humanas e estar à beira do coma alcoólico. A sobriedade é muito perigosa quando você está suado, salgado, sujo de areia, melecado de bronzeador e ardendo debaixo do sol. Sem o entorpecimento proporcionado pela Itaipava e pelo Gusttavo Lima, você pode se dar conta do vazio que é a existência e cometer suicídio antes mesmo da queima de fogos.

A queima de fogos acontece à noite. É quando, além de suado, salgado, sujo de areia, melecado de bronzeador, com uma cerveja quente na mão e cercado de nativos que escutam funk, você ainda pode ser acertado por um rojão.

Depois de toda essa provação, você finalmente
entra no carro e gasta outras 30 horas para “subir” a serra. Só que agora,
ardendo de queimadura e suando feito um porco, você é praticamente um leitão à
pururuca sobre rodas.

Quando chega em casa, joga os sapatos
longe e se atira no sofá, você promete a si mesmo que nunca mais repetirá essa
viagem aos quintos dos infernos. Até que chega dezembro e você começa a planejar
o réveillon no litoral.

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quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

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O pior livro da década

O pior livro da década

Os livros de autoajuda costumam ser criticados por
talvez não cumprirem o papel a que se propõem e por propagarem uma notável
alienação literária. Injustiças à parte, existem no mercado bons autores e
obras nesse segmento, bastante consolidado, que costuma figurar no topo das
listas de mais vendidos. Dentre os brasileiros, um deles chama atenção pela
alta tiragem e por seu inquietante título: SEJA FODA!, de Caio Carneiro. As
surpresas positivas, no entanto, não vão além de sua chamativa capa.

O livro tem 205 páginas escritas, das quais nada menos
que 72 trazem apenas um fundo preto contendo frases autorais (?) centralizadas,
como mantras. Além das orações soltas, há 7 páginas com grandes interrogações
brancas, e uma outra com uma mão desenhada que ilustra o que ele chama de
pilares do sucesso — impossível ser mais clichê. Ou seja, metade do livro é um
oco absoluto, que visa apenas destacar ementas diminutas do que já foi exposto
ao leitor. Pergunta-se: quantas pobres árvores deixaram de existir para que um best-seller
como esse pudesse chegar ao seu número de vendas, sendo boa parte das páginas
desprovidas de conteúdo?

O prólogo do livro, que tem exatas 35 páginas, é na
verdade um artifício para fazê-lo render. Nesse um quarto do total (e quase
metade da obra realmente escrita), há uma preparação explicativa sobre o que virá
mais adiante. Apresenta-se, a partir dali, uma profusão metalinguística sem o
menor sentido aparente, cujos parágrafos únicos ocupam, em sua maioria, modestas
metades de página. Algumas passagens, com um português bastante peculiar, são
recheadas de frases rasas e travestidas de heterodoxas, como a curiosa “sucesso
é igual fidelidade: ele só aceita 100%” (sic).

Em sua busca ululante por motivar o leitor, o autor
transmite a percepção de que seguir os passos trilhados por pessoas de sucesso —
como ele próprio — é a chave para se tornar “FODA”. Sem detalhar de qual área
empreendedora faz parte, vende a ideia de que a veia criativa precisa ser
despertada e que o extraordinário se inicia com mudanças de mindset. Ele, que
de fato é uma pessoa de sucesso, parte da premissa de que sua experiência pessoal
pode ser uma fórmula genérica, aplicável a todos. Esquece-se, contudo, de que a
maioria da população, diferentemente dele, não nasceu em berço esplêndido e não
tem condições de, a seu exemplo, abandonar seu labor exaustivo para investir em
marketing multinível e alcançar seu cômodo patamar financeiro. Não sem
despencar em desgraça.

O livro é, com todo o respeito, um bocado mal escrito.
E não há nenhuma metodologia clara: em uma tentativa de construção não-linear,
o autor acaba por ser altamente redundante, trocando palavras comuns por
sinônimos mais eruditos, mas com a profundidade de uma poça de chuva. Ele, por
sinal, parece sentir um grande prazer em ser uma espécie de dicionário aleatório
encarnado. Em diversos momentos do livro, traduz distinções entre conceitos que
explica com pompa, como a diferença entre sucesso e significância, sonho e
delírio, empolgação e motivação, dentre outros, com o fito único de causar
impacto aparentando sabedoria.

Para os menos deslumbrados com frases de efeito, na
melhor das hipóteses fica a impressão de que tudo que foi escrito poderia ser
resumido em dez minutos de uma conversa qualquer. Não existe nada no livro que
não possa ser objetivamente colocado em um artigo de poucas páginas, construído
em uma noite de tédio. Na verdade, nem se pode dizer que haja uma coesão
textual, tendo em vista que — pasmem! — o autor sequer se dá ao luxo de
pormenorizar o sentido que teria cada uma das palavras que formam a sigla do
título. 

Sinteticamente, houve uma sacada genial em aproveitar um
grande momento de vida para engatar um best-seller infalível. O autor compilou
ideias vagas e desconexas, arrumou um desenho convidativo de capa, pensou em um
título estimulante e contou com seguidores fiéis, que compraram a ideia. Nesse
sentido, há que se tirar o chapéu para ele. Repisando concepções amplamente
batidas de outros livros do segmento, o autor construiu uma verdadeira quimera
e transformou sua vontade de escrever em uma vendagem incrível para os padrões
atuais.

E isso expõe duas conclusões não-excludentes: 1) o
autor tem uma mente brilhante, no sentido de ser capaz de transformar
oportunidades em vendas; e 2) a máxima “não julgue o livro pela capa” não é uma
verdade inflexível, pois SEJA FODA! está aí para ser gauche na vida. A fórmula
de sucesso que se pode extrair, no entanto, está longe de suas repetitivas
páginas: é a de que, no mundo literário atual, caso se tenha um bom marketing
por trás, é possível fazer sucesso com um livro cujo interesse se resuma ao
poder de atração de sua capa. Nesse aspecto, SEJA FODA! é indiscutivelmente vitorioso.
E também, para ser justo, uma das piores obras já feitas pelo homem.

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quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

Os 10 melhores filmes que estreiam em janeiro na Netflix

Os 10 melhores filmes que estreiam em janeiro na Netflix

Os lançamentos de janeiro na Netflix já foram anunciados. Entre filmes, séries e documentários, 40 novos títulos entrarão no catálogo do serviço de streaming. “Joias Brutas” (2020), de Benny e Josh Safdie, é uma das estreias mais aguardadas. O drama, que já foi lançado nos cinemas dos Estados Unidos, tem sido muito elogiado pela crítica, principalmente pela atuação de Adam Sandler, que geralmente protagoniza filmes de comédia. Além disso, a Netflix também irá disponibilizar alguns clássicos, como “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1978), de Steven Spielberg. Para ajudar os cinéfilos, a Bula reuniu em uma lista dez longas imperdíveis que serão lançados ao longo de janeiro. Os títulos estão organizados de acordo com o ano de lançamento.

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